- Juliana Garcia dos Santos Soares recebeu alta hospitalar após cirurgia de reconstrução facial, realizada no Hospital Universitário Onofre Lopes, em Natal.
- A cirurgia, feita no dia 1º de setembro, tratou múltiplas fraturas faciais com miniplacas e miniparafusos.
- Igor Eduardo Pereira Cabral, ex-jogador de basquete, permanece preso desde 26 de agosto e alegou ter sofrido um “surto claustrofóbico” durante a agressão.
- Imagens da agressão mostraram Juliana saindo do elevador com o rosto desfigurado e coberto de sangue, o que gerou grande repercussão nas redes sociais.
- Igor escreveu uma carta pedindo perdão e mencionou que sua conduta foi influenciada por uso de substâncias e instabilidade emocional.
Juliana Garcia dos Santos Soares, agredida com 61 socos pelo ex-jogador de basquete Igor Eduardo Pereira Cabral, recebeu alta hospitalar após uma cirurgia de reconstrução facial. O procedimento foi realizado no Hospital Universitário Onofre Lopes, em Natal, e visou tratar as múltiplas fraturas faciais que Juliana sofreu durante a agressão.
A cirurgia, realizada no dia 1º de setembro, utilizou miniplacas e miniparafusos para estabilizar as fraturas na mandíbula, maçã do rosto e nariz. O hospital informou que Juliana deve seguir as orientações médicas em casa e que uma nova avaliação pós-cirúrgica está agendada para este mês. A equipe médica envolvida no tratamento é composta por especialistas em cirurgia buco-maxilo-facial, anestesistas e enfermeiros.
Igor Cabral, que permanece preso desde o dia 26 de agosto, alegou ter sofrido um “surto claustrofóbico” durante a agressão. As imagens da brutalidade, captadas por câmeras de segurança, mostraram Juliana saindo do elevador com o rosto desfigurado e coberto de sangue. O caso ganhou ampla repercussão nas redes sociais, levando o ex-jogador a desativar suas contas.
Em uma carta escrita enquanto estava detido, Igor pediu perdão e mencionou que sua conduta foi influenciada por uso de substâncias e instabilidade emocional. Ele está detido na Cadeia Pública Dinorá Simas, em Ceará-Mirim, e sua defesa solicitou uma cela individual por questões de segurança, mas o pedido foi negado.
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