- Sampaoli acumula mais de 15 milhões de dólares em rescisões contratuais ao longo da carreira, conforme levantamento do site Doble Amarilla.
- Chile, 2016: rescisão rendeu 2 milhões de dólares.
- Sevilla, 2017: a AFA pagou cerca de 1,7 milhão de dólares para encerrar o contrato.
- Argentina, 2018: rescisão em torno de 1,5 milhão de dólares.
- Outros casos: Santos, 2019 (800 mil dólares); Sevilla, 2023 (cerca de 9 milhões); Flamengo, 2023 (aprox. 2 milhões); desligamento recente do Atlético Mineiro sem valores divulgados.
Jorge Sampaoli voltou a ganhar destaque na imprensa argentina ao ser apontado pelo site Doble Amarilla como acumulando valores elevados em rescisões contratuais ao longo da carreira. O levantamento detalha indenizações recebidas por encerramentos antecipados de contratos.
Segundo a publicação, o treinador costuma negociar cláusulas de proteção, assegurando pagamentos milionários caso o vínculo seja encerrado antes do previsto. O estudo enumera os principais casos já conhecidos.
Valores por clube e seleção
- Seleção Chilena (2016): acordo de saída durante crise institucional, desembolso de 2 milhões de dólares.
- Sevilla (2017): AFA pagou cerca de 1,7 milhão de dólares para liberar Sampaoli do clube espanhol.
- Seleção Argentina (2018): rescisão após a Copa do Mundo, aproximadamente 1,5 milhão de dólares.
- Santos (2019): ao sair, indenização de 800 mil dólares.
- Sevilla (2ª passagem, 2023): desligamento próximo da zona de rebaixamento, cerca de 9 milhões de dólares.
- Flamengo (2023): fim de temporada com derrota na Copa do Brasil, indenização de 2 milhões de dólares.
O desligamento mais recente do técnico com o Atlético Mineiro não teve valores divulgados publicamente. A projeção do site indica que Sampaoli pode receber indenização na saída do clube.
De acordo com a reportagem, o total já supera 15 milhões de dólares em rescisões ao longo da carreira, reforçando a imagem de profissional que costuma firmar contratos com garantias financeiras ao encerrar ciclos.
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