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AzuLABula apresenta instalação inovadora de dança e vídeo em galeria de Copacabana

Artista azuLABula inicia hoje passeio dançante em Copacabana, abordando histórias de violência contra mulheres na instalação "Oração às alienadas".

Bonecos e memórias em apresentação da performer azuLABula (Foto: Divulgação)
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  • A artista azuLABula inicia hoje um “passeio dançante” em Copacabana, a partir das 18h.
  • A ação precede a instalação “Oração às alienadas: ato V — Corpo de baile”, que ficará em cartaz até 25 de agosto no Teatro Glaucio Gill.
  • Durante o passeio, azuLABula se camufla entre bonecos costurados com objetos pessoais, abordando histórias de violência contra mulheres.
  • A instalação explora questões históricas, como a transferência de pacientes do Hospício Nacional de Alienados entre 1911 e 1918.
  • A programação inclui “ativações” e rodas de conversa, com a participação da escritora Helena Lais, que compartilhará sua experiência em uma clínica psiquiátrica.

A artista azuLABula, conhecida por suas performances que exploram a relação entre corpo e memória, inicia hoje um “passeio dançante” em Copacabana. A ação, que acontece a partir das 18h, precede a instalação “Oração às alienadas: ato V — Corpo de baile”, em cartaz até 25 de agosto no Teatro Glaucio Gill.

Durante o passeio, azuLABula, que se camufla entre bonecos costurados com objetos pessoais, busca provocar estranhamento e reflexão. Os bonecos, recheados com fragmentos da vida cotidiana, como cartas e papéis, representam histórias de violência contra mulheres. A artista destaca que a ação é parte de uma pesquisa iniciada em 2021, em colaboração com outros artistas, sobre as conexões entre corpo e memória.

A instalação “Oração às alienadas” traz à tona questões históricas, como a transferência de pacientes do Hospício Nacional de Alienados entre 1911 e 1918, que enfrentaram trabalhos compulsórios. AzuleLABula, que tem formação em arquitetura e dança, enfatiza a importância de discutir a relação entre liberdade e estigmas associados à saúde mental.

Além da instalação, a programação inclui “ativações” e rodas de conversa, como a que contará com a escritora Helena Lais, que compartilhará sua experiência de internação em uma clínica psiquiátrica. A proposta de azuLABula é provocar uma reflexão sobre o corpo e a ação, desafiando percepções e estigmas sociais.

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