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Acervo do GLOBO, com mais de 100 anos, atrai pesquisadores e marcas renomadas

Acervo do GLOBO digitalizado oferece acesso a 28 milhões de registros históricos, enriquecendo pesquisa e memória coletiva do Brasil.

Funcionária Maria Olga Miranda (à direita) orienta a estagiária Laura Cesar Mies no arquivo do Globo em 1959 (Foto: Arquivo O Globo)
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  • O acervo histórico do GLOBO, com 100 anos de registros, foi digitalizado e está disponível para assinantes.
  • A digitalização permite buscas por palavras e datas, facilitando o acesso a reportagens e imagens.
  • O acervo, guardado pela Agência O Globo e pelo Centro de Documentação e Informação, possui mais de 28 milhões de registros.
  • Alessandra Jasbinschek, coordenadora da Agência O Globo, destaca o compromisso com a informação precisa e confiável.
  • O historiador Paulo Luiz Carneiro, coordenador do Centro de Documentação e Informação, enfatiza a importância de tornar a história acessível a novas gerações.

O acervo histórico do GLOBO, que abrange 100 anos de registros, foi recentemente digitalizado e está agora disponível para assinantes. Essa iniciativa permite buscas por palavras e datas, além de facilitar o acesso a reportagens e imagens que refletem as transformações sociais, políticas e culturais do Brasil.

O acervo, guardado pela Agência O Globo e pelo Centro de Documentação e Informação (CDI), é considerado um dos maiores do país. Desde a sua fundação em 1925, o GLOBO tem documentado eventos significativos, como visitas de Papas e momentos marcantes do esporte, incluindo o milésimo gol de Pelé. Com mais de 28 milhões de registros, o arquivo é uma fonte valiosa para pesquisadores e empresas.

A digitalização do acervo, que começou em 2013, foi um passo importante para ampliar o acesso ao conteúdo. Alessandra Jasbinschek, coordenadora da Agência O Globo, destaca que essa disponibilização reflete o compromisso com a informação precisa e confiável. O acervo é utilizado em projetos especiais, como publicações comemorativas e exposições, conectando marcas e o público a histórias relevantes.

O historiador Paulo Luiz Carneiro, que coordena o CDI, expressa seu entusiasmo em revelar fotos e documentos pouco conhecidos, contribuindo para a memória coletiva do país. A digitalização não apenas preserva a história, mas também a torna acessível a novas gerações, permitindo que o passado sirva de guia para o futuro.

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