- A Time nomeou Jensen Huang, Sam Altman e Elon Musk como Personalidade do Ano de 2025, caracterizados como “arquitetos da inteligência artificial”.
- A escolha sustenta que a IA transformou a humanidade, políticas globais e a economia, com a previsão de salto de 100 trilhões para 500 trilhões de dólares.
- O uso do ChatGPT já atingiu 10% da população mundial, segundo a Time, e a IA é vista como ferramenta-chave em disputas geopolíticas e mudanças no mercado de trabalho.
- Existem ações judiciais envolvendo suicídio e saúde mental, com casos atribuídos a informações de chatbots, incluindo o de Adam Raine.
- A capa da edição homenageia a foto de 1932 com uma ilustração que reúne executivos e pesquisadoras da IA, mantendo artistas humanos na construção visual.
A Time anunciou nesta quinta-feira, 11, que Jensen Huang, Sam Altman e Elon Musk foram escolhidos como Personalidade do Ano, sob o rótulo de arquiteto da inteligência artificial. A revista afirma que a IA já transformou a humanidade, políticas globais e a vida cotidiana.
Os três nomes da lista são apontados como principais impulsionadores da tecnologia de ponta, capazes de remodelar informações, clima e serviços. A Time diz que eles reorientaram políticas públicas e aceleraram a adoção de robôs nas residências.
Além da tríade, a edição destaca o papel de grandes investidores e da indústria de IA no debate sobre riscos, incluindo ações judiciais ligadas a suicídio e saúde mental envolvendo conteúdos gerados por chatbots. A capa presta tributo a imortais da engenharia.
A Time reforça que, em 2025, a IA deixou de ser promessa para se tornar realidade, com uso do ChatGPT atingindo parte relevante da população mundial. Huang afirma que a IA pode elevar a economia global de 100 trilhões para 500 trilhões de dólares.
Entre as referências da edição, aparecem nomes como Mark Zuckerberg, Lisa Su e Demis Hassabis, além de executivos vinculados a projetos de IA. A capa também cita investidores como Masayoshi Son, do SoftBank.
A reportagem ressalta que, apesar do destaque, o avanço da IA também é associado a impactos no emprego e a pressões regulatórias. A Time encara a tecnologia como elemento central da competição entre grandes potências.
Para compor a capa, a Time optou por retratos humanos em vez de IA, destacando a influência de figuras ligadas ao ecossistema da IA no cenário global. Analistas veem a escolha como indicativo da relevância humana na transformação tecnológica.
Segundo o analista Thomas Hudson, da Forrester, 2025 consolidou o papel central da IA na economia e nos debates sobre o futuro social. A revista cita ainda os debates sobre ética, governança e responsabilidades associadas aos sistemas de IA.
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