- Fazenda solar de 50 MW, em cerca de 69 hectares perto de Clifton, Lancashire, pode abastecer mais de 14 mil casas e reduzir mais de 20 mil toneladas de CO₂ por ano.
- A aprovação foi do comité de planeamento de Fylde, com 28 condições, e a construção deve durar cerca de 14 meses, operando por 40 anos antes da restauração agrícola.
- Local não fica em zona verde; será plantada de cerca de vegetação para esconderijo com pelo menos 2 metros de altura, e parte do terreno seguirá ativo para agricultura com ovelhas sob estruturas elevadas.
- A operação ficará a cargo da empresa europeia Vattenfall, fica ao sul da A584 Preston New Road e não deverá haver intervisibilidade com projetos vizinhos.
- Planos incluem fundo comunitário em estudo e benefícios de biodiversidade; objeções de comunidades locais foram registradas, mas não impactam a aprovação.
A comissão de planeamento de Fylde aprovou, por unanimidade, o projeto Clifton Marsh Solar Farm, solar de 50 MW em 69 hectares na Lancashire, perto de Clifton. A construção deve durar cerca de 14 meses, com operação prevista por 40 anos e restauração agrícola ao término. O local não está em zona verde.
Os planos preveem que parte do terreno agrícola permaneça ativo, com ovelhas pastando sob painéis elevados. A instalação deve fornecer energia para mais de 14 mil habitações e reduzir emissões de CO2 em cerca de 20 mil toneladas por ano.
A aprovação está condicionada a 28 exigências, incluindo cercas vegetais de pelo menos 2 metros de altura para enquadrar o conjunto. O objetivo é equilibrar benefícios energéticos com o impacto paisagístico na região rural.
Detalhes da aprovação
O terreno fica ao sul da A584 Preston New Road, próximo ao River Ribble, e a construção está prevista para começar em breve. A decisão foi tomada com base em estudo de impacto ambiental que aponta ganhos de biodiversidade e criação de habitats.
A Vattenfall, empresa europeia responsável pela operação, estuda a criação de um fundo comunitário para benefícios locais. A prefeitura assegura que não haverá intervisibilidade com projetos vizinhos, dado o baixo nível da obra e boa proteção visual.
Benefícios e desdobramentos
Segundo a prefeitura, o projeto não está inserido na zona verde e o impacto no cenário rural foi reconhecido, com mitigação por meio de paisagismo. O atendimento energético local é visto como fator positivo para a comunidade e para a matriz energética regional.
Entre na conversa da comunidade