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Aquecimento global pode tornar ciclones mais intensos, diz estudo

Ciclone extratropical derruba árvores, deixa mais de 2,2 milhões sem energia e afeta cerca de dois mil voos em São Paulo e região

São Paulo (SP), 10/12/2025 - Árvore caída na Avenida Brasil após tempestade com fortes ventos na capital paulista. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
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  • Um ciclone extratropical causou estragos em São Paulo e região na quarta-feira 9, derrubando mais de trezentas árvores e deixando a rede elétrica danificada, com mais de 2,2 milhões de pessoas sem energia; ventos acima de 90 km/h afetaram cerca de 200 voos.
  • A falta de eletricidade interrompeu semáforos e o abastecimento de água, ampliando os transtornos na capital e em aeroportos no país.
  • Em novembro, o nascimento de um ciclone extratropical no Rio Grande do Sul gerou um tornado no Paraná, que deixou seis mortos e 750 feridos, conforme a Defesa Civil.
  • Em julho de 2023, outro ciclone no Rio Grande do Sul provocou estragos em 52 cidades, deixou uma morte em Rio Grande e ventos acima de 140 km/h, atingindo também São Paulo com vítimas.
  • Ciclones extratropicais são áreas de baixa pressão associadas a frentes frias; há preocupação com maior intensidade devido ao aquecimento global, que aumenta a energia da atmosfera e do oceano.

Um ciclone extratropical causou estragos em São Paulo e região na quarta-feira 9. O fenômeno, ligado a uma frente fria, derrubou mais de 330 árvores e deixou mais de 2,2 milhões de pessoas sem energia. Ventos acima de 90 km/h atingiram o território, afetando cerca de 200 voos e provocando transtornos também em outros aeroportos do país.

A falta de eletricidade prejudicou o funcionamento de semáforos e o abastecimento de água. O incidente ocorreu em meio a um tempo de instabilidade típico de ciclones extratropicais, que geram nuvens, chuva e queda de temperatura.

Contexto e impactos adicionais

Em novembro, o nascimento de um ciclone extratropical no Rio Grande do Sul provocou um tornado no Paraná, causando a morte de seis pessoas e ferimentos em 750, segundo a Defesa Civil.

Histórico e perspectiva climática

Em julho de 2023, outro ciclone no RS atingiu 52 cidades, causou uma morte em Rio Grande e ventos acima de 140 km/h, atingindo ainda São Paulo, com duas mortes associadas. Especialistas ressaltam que, embora a frequência possa não aumentar, a intensidade tende a subir com o aquecimento global.

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