- São Paulo teve rajadas de vento de até 98,1 km/h, associadas a um ciclone extratropical, sem chuva, conforme registro do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) na Lapa.
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A velocidade é a maior já medida desde 1963, quando o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) passou a registrar esse tipo de vento.
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Regiões da cidade ficaram sem energia devido a problemas na rede elétrica causados pelo evento.
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Aerosportos paulistas enfrentaram transtornos, com voos cancelados e relatos de turbulência extrema por parte de passageiros.
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Celebridades, como Virginia Fonseca, usaram as redes sociais para descrever momentos de pânico a bordo em trecho entre São Paulo e Rio de Janeiro.
A cidade de São Paulo viveu uma situação excepcional na última semana, com rajadas de vento de até 98,1 km/h registradas na região da Lapa, na Zona Oeste. O vento ocorreu sem chuva ou temporais, sob a influência de um ciclone extratropical.
Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), o registro dessa velocidade no município é o mais intenso desde 1963, quando o Inmet iniciou as medições. A divergência entre vento forte e ausência de chuva chama atenção para a natureza do fenômeno.
Diversos pontos da capital ficaram sem energia, prejudicando parte da população e serviços locais. A falta de eletricidade impactou atividades cotidianas e a circulação de pessoas em áreas mais vulneráveis.
Turbulência e impactos no transporte
No que diz respeito ao transporte, o evento provocou transtornos em aeroportos, com voos cancelados e cancelamentos parcialmente atribuídos à instabilidade atmosférica. Passageiros relataram episódios de turbulência extrema durante os trajetos.
Entre os relatos públicos, celebridades também comentaram a situação. Virginia Fonseca descreveu, em redes sociais, momentos de pânico a bordo em trecho entre São Paulo e Rio de Janeiro. As informações destacam a percepção de segurança reduzida durante a viagem.
Contexto e desdobramentos
O CGE confirmou a continuidade de monitoramento de ventos e condições meteorológicas na cidade. Autoridades reforçam a necessidade de medidas de segurança em aeroportos e linhas aéreas para enfrentar variações climáticas incomuns. Não houve registro de feridos até o momento.
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