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Fóssil Little Foot pode representar nova espécie humana ancestral

Estudo sugere que Little Foot pode representar uma espécie de ancestral humano ainda não nomeada, distinta de Australopithecus prometheus e Australopithecus africanus

Dr Jesse Martin of La Trobe University thinks Little Foot could be a whole new branch of the human family tree. Photograph: La Trobe University
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  • estudo publicado na American Journal of Biological Anthropology aponta que Little Foot pode pertencer a uma espécie de ancestral humano ainda não descrita, diferente de A. prometheus e de A. africanus.
  • os pesquisadores dizem que a espécie ainda não foi nomeada pela equipe que passou décadas estudando o sítio de Sterkfontein.
  • os autores não reclassificaram o fóssil e sugerem que a nova espécie seja batizada pela equipe que o encontrou e analisou ao longo de mais de vinte anos.
  • diferenças identificadas envolvem a região de base do crânio, com o contorno da nuca mais longo em Little Foot do que em A. africanus, indicando possível nova espécie.
  • Little Foot foi divulgado em 2017 como o esqueleto mais completo de Australopithecus já encontrado, com datação em torno de milhões de anos e divergências entre especialistas sobre sua idade exata.

Little Foot, um dos fósseis mais completos de hominídeos, pode pertencer a uma espécie ancestral ainda não descrita. Estudo publicado na American Journal of Biological Anthropology aponta traços que não correspondem nem a A. prometheus nem a A. africanus.

A pesquisa foi liderada por Dr. Jesse Martin, da La Trobe University, com vínculos também na Universidade de Cambridge. Os autores defendem que Little Foot não se encaixa nas duas espécies associadas ao sítio de Sterkfontein, na África do Sul.

O achado envolve dados de 1994, quando as ossadas foram localizadas em Sterkfontein, iniciando uma escavação que durou mais de duas décadas. A análise atual questiona a classificação anterior da peça-chave do sítio.

Nova hipótese taxonômica

Conforme o estudo, as diferenças observadas aparecem principalmente na região de base do crânio, como o plano nucal, indicativo de possível afastamento das espécies consideradas até então. Os autores destacam a estabilidade evolutiva dessa área.

Os cientistas ressaltam que ainda não houve reclassificação formal. A sugestão é de que a nova espécie seja nomeada pela equipe que investigou o fóssil ao longo de décadas em Sterkfontein.

A idade de Little Foot também é alvo de debate. A datação fica entre 3,67 milhões de anos e estimativas que não excedem 2,8 milhões de anos, gerando discordância entre especialistas.

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