- Em 2025, o Reino Unido registrou a temperatura média de 10,09 °C, a mais alta desde 1884, superando o recorde de 2022.
- Foi o ano mais quente e mais ensolarado da série, com 1.648,5 horas de sol e recorde desde 1910.
- Entre março e agosto, todos os meses, exceto janeiro e setembro, ficaram pelo menos 1 °C acima da média de longo termo (1991-2020).
- O ano manteve padrões climáticos de calor devido a sistemas de alta pressão persistentes e águas ao redor do Reino Unido, contribuindo para verões mais quentes.
- A energia solar respondeu ao aumento de insolação, atendendo mais de 6% da demanda anual de energia, com índice de radiação solar superior ao registrado anteriormente.
2025 foi o ano mais quente e mais ensolarado já registrado no Reino Unido, segundo o Met Office. A temperatura média ficou em 10,09°C, superando 2022, anterior recorde, e as horas de sol somaram 1.648,5.
O recorde de calor ocorre em meio a mudanças climáticas, com as três linhas mais quentes já ocorrendo nesta década. Todos os 10 anos mais quentes desde 1884 aconteceram no século XXI.
Segundo o Met Office, a média de temperatura acima de 10°C, algo raro desde o século XIX, reforça evidências de aquecimento global causado pelo homem. O estudo aponta tendência de extremos mais frequentes.
O inverno e a primavera de 2025 apresentaram calor, com várias ondas de calor ao longo do ano. Em geral, quase todos os meses ficaram acima da média, exceto janeiro e setembro.
Entre março e agosto, cada mês ficou pelo menos 1°C acima da média de 1991-2020, contribuindo para a temporada mais quente de primavera e verão já registradas neste período.
A cientista Dr. Emily Carlisle aponta que o ano manteve calor constante, com alta pressão persistente e mares ao redor do país mais quentes, mantendo temperaturas elevadas por mais tempo.
A marca de 1.648,5 horas de sol tornou 2025 o ano mais ensolarado desde 1910, quebrando o recorde anterior de 2003 e ampliando detalhes sobre padrões climáticos.
A energia solar ganhou protagonismo, respondendo por pouco mais de 6% da demanda anual de energia, um aumento superior a 50% frente a anos recentes.
A quantidade de chuva ficou abaixo da média em grande parte do território, com alguns locais registrando mínimas históricas de precipitação para o período.
Entre na conversa da comunidade