- Após aprovação da Anvisa, o Apple Watch passa a emitir notificações de hipertensão no Brasil, via atualização para o Series 9+ e o Ultra 2+.
- O recurso não mede a pressão diretamente; usa o sensor óptico do pulso e um algoritmo que aprende por trinta dias para identificar sinais de pressão alta.
- Ao sinal de alerta, o usuário deve medir a pressão com um aparelho tradicional por sete dias seguidos e levar o histórico ao médico; é possível registrar as medições no app Saúde.
- A Apple diz ter testado o recurso com mais de cem mil participantes e validado em estudos com cerca de dois mil; cerca de metade das pessoas com sinais ainda não tinha diagnóstico.
- Indicado para quem ainda não foi diagnosticado com hipertensão; é contraindicado para menores de vinte e dois anos e gestantes, além de não ser recomendado para quem já tem hipertensão em tratamento.
A Apple liberou no Brasil, nesta terça-feira, 27, as notificações de hipertensão no Apple Watch após aprovação da Anvisa. O recurso alerta sobre sinais compatíveis com pressão alta para usuários sem diagnóstico prévio.
A atualização de software chega aos modelos Apple Watch Series 9 (ou posteriores) e Watch Ultra 2 (ou posteriores). A função é voltada a pessoas sem diagnóstico de hipertensão.
A Apple afirma que a função foi testada com mais de 100 mil participantes e validada em estudos com cerca de 2 mil pessoas. Metade dos usuários com sinais suspeitos não tinha diagnóstico prévio.
Como funciona
O recurso não mede a pressão diretamente. Ele analisa sinais por meio de um sensor óptico no pulso e um algoritmo, com aprendizado de 30 dias, para detectar padrões ligados à hipertensão.
Se houver alerta, o usuário recebe orientação para medir a pressão com um aparelho tradicional por sete dias e levar o histórico ao médico.
A ferramenta pode ser ativada no iPhone, no app Saúde, na seção Perfil e “Recursos”, ativando “Notificações de Hipertensão”. O registro das medições pode ser feito no app Saúde.
Para quem é indicado
A Apple aponta que a função é indicada para quem ainda não foi diagnosticado com hipertensão. Usuários com tratamento podem ter leitura alterada por medicamentos, tornando o recurso inadequado para eles.
O recurso é contraindicado para menores de 22 anos e para gestantes. Médicos continuam a recomendar avaliação clínica para confirmação do diagnóstico.
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