- A partir do fim deste ano, mais de 500 lojas da Whole Foods permitirão pagamento por meio da leitura da palma da mão, via Amazon One.
- O sistema associa a assinatura da palma ao método de pagamento e à identidade do usuário, permitindo pagar apenas aproximando a palma do leitor.
- O recurso já foi adotado em algumas lojas Go e, recentemente, em mais deduas centenas de unidades da Whole Foods na Califórnia, Nova York, Texas e outros estados. Também está presente em restaurantes e varejistas de viagem.
- Além de pagamento, o Amazon One funciona como serviço de identificação, usado para verificar idade em itens com restrição, entre outros usos em estádios, pistas de corrida e cassinos.
- Existem críticas e preocupações sobre privacidade e uso de dados, já que a assinatura da palma fica armazenada na nuvem e não apenas no dispositivo do usuário, e há processos envolvendo a Amazon relacionadas a coleta de dados.
Amazon amplia o pagamento por palma com Whole Foods
A Amazon informou que a tecnologia de leitura de palma, chamada Amazon One, será estendida para mais de 500 lojas da rede Whole Foods nos Estados Unidos. Até o fim deste ano, clientes poderão pagar suas compras apenas com a palma da mão.
A iniciativa vincula a assinatura da palma ao método de pagamento e à identidade do usuário. Com o palm scan, o consumidor aproxima a palma de um detector e o sistema utiliza o método de pagamento associado à conta da Amazon.
Desdobramentos anteriores
O recurso já havia sido lançado inicialmente em algumas lojas Go da Amazon e, posteriormente, em mais de 200 unidades da Whole Foods em estados como Califórnia, Nova York e Texas. A tecnologia também chegou a restaurantes e ao setor de varejo de viagem.
Além de pagamento, o Amazon One funciona como serviço de identificação
A ferramenta permite também confirmar a idade de clientes para compra de itens com restrição de idade, como bebidas alcóolicas, em locais que adotam a verificação por palma. A Amazon destaca que o sistema pode ser usado para identificação em diversos ambientes.
Privacidade e críticas
A companhia afirma que o palm scanning é considerado mais privado que outras formas de biometria. No entanto, o palmar é armazenado na nuvem, não localmente no dispositivo, o que levanta questionamentos sobre privacidade e segurança de dados.
Casos e controvérsias
Em Colorado, o Red Rocks Amphitheater deixou de usar a tecnologia após preocupações com coleta de dados. A Amazon também é alvo de questionamentos legais, com ações coletivas envolvendo varejo Go por suposta coleta de formas de corpo e palm prints sem consentimento. Crédito de fontes vai aos veículos que cobriram o tema.
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