A Justiça do Rio de Janeiro reconheceu a legitimidade da ação de um sócio minoritário da Americanas contra as auditoras PwC e KPMG. A decisão foi proferida pela 14ª Câmara de Direito Privado, permitindo que o acionista prossiga com a alegação de negligência das auditoras na fiscalização das finanças da empresa, que resultou em uma […]
A Justiça do Rio de Janeiro reconheceu a legitimidade da ação de um sócio minoritário da Americanas contra as auditoras PwC e KPMG. A decisão foi proferida pela 14ª Câmara de Direito Privado, permitindo que o acionista prossiga com a alegação de negligência das auditoras na fiscalização das finanças da empresa, que resultou em uma fraude contábil descoberta há dois anos.
O sócio, que sofreu perdas devido à desvalorização das ações, busca indenizações por danos materiais e morais. As auditoras haviam argumentado que não poderiam ser processadas, mas a nova decisão reverteu a sentença anterior que as favorecia, permitindo o avanço do caso.
O advogado do acionista, Leonardo Amarante, enfatizou a importância da ação, afirmando que a responsabilidade das auditoras não pode ser ignorada. Ele destacou que, se os acionistas minoritários tivessem conhecimento da real situação contábil da Americanas, provavelmente não teriam investido na empresa.
Com essa decisão, a expectativa é que o processo contra a PwC e a KPMG continue, trazendo à tona questões sobre a responsabilidade das auditoras em casos de fraudes financeiras e a proteção dos investidores minoritários.
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