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CVM abre processo sancionador contra KPMG e sócia por fraudes na Americanas

- A CVM abriu um processo sancionador contra a KPMG e Carla Bellangero em 26 de novembro de 2024. - A investigação inicial começou em fevereiro de 2023, após rombo contábil na Americanas. - O processo visa apurar irregularidades na auditoria da KPMG entre 2017 e 2018. - Outros dois processos já tramitam contra ex-diretores da Americanas por insider trading. - KPMG não pode comentar o caso devido a cláusulas de sigilo e regras profissionais.

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A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu um processo sancionador contra a KPMG e sua sócia Carla Bellangero, responsável pela auditoria da Americanas. O processo, que já possui acusações formuladas e será julgado, teve início em 26 de novembro de 2024, após uma investigação da Superintendência de Normas Contábeis e Auditoria (SNC), que começou em […]

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu um processo sancionador contra a KPMG e sua sócia Carla Bellangero, responsável pela auditoria da Americanas. O processo, que já possui acusações formuladas e será julgado, teve início em 26 de novembro de 2024, após uma investigação da Superintendência de Normas Contábeis e Auditoria (SNC), que começou em fevereiro de 2023, após a revelação de um rombo contábil na varejista.

As acusações específicas contra a KPMG e Bellangero ainda não foram divulgadas, pois o conteúdo do processo permanece em sigilo. A fase atual envolve a citação formal dos acusados. Bellangero já havia sido ouvida na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou a fraude na Americanas, onde afirmou que a empresa rescindiu o contrato com a KPMG após a auditoria identificar “deficiências” nas operações de verbas de propaganda cooperada.

Além deste processo, a CVM já investiga outros dois casos relacionados à Americanas, envolvendo ex-diretores da companhia. O primeiro acusa Sergio Rial e João Guerra de violação do dever de sigilo, enquanto o segundo envolve oito ex-executivos por insider trading. A CVM também encerrou um processo contra Camille Loyo Faria, que aceitou um acordo de R$ 2,4 milhões, enquanto as propostas de acordo de Rial e Guerra foram recusadas.

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