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Alimentos perdem força em fevereiro, mas inflação de 2025 ainda será impactada

- O IPC-S subiu 0,77% na segunda quadrissemana de fevereiro de 2025, acumulando 3,61% em doze meses. - A inflação de alimentos desacelerou, caindo de 1,22% para 0,99% nas últimas semanas. - Salvador registrou a maior variação de preços (1,21%), impulsionada por cursos de ensino fundamental. - Recife teve a menor variação (0,56%), influenciada pela gasolina, que subiu 3,23%. - Projeções indicam inflação acima de 5%, mas sem os picos de dois dígitos de anos anteriores.

O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) da segunda quadrissemana de fevereiro de 2025 registrou um aumento de 0,77% em relação à semana anterior, acumulando uma alta de 3,61% nos últimos doze meses. Apesar de não apresentar uma disparada como em períodos anteriores, quando a inflação ultrapassou os dois dígitos, a projeção para os […]

O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) da segunda quadrissemana de fevereiro de 2025 registrou um aumento de 0,77% em relação à semana anterior, acumulando uma alta de 3,61% nos últimos doze meses. Apesar de não apresentar uma disparada como em períodos anteriores, quando a inflação ultrapassou os dois dígitos, a projeção para os próximos meses indica que a inflação deve permanecer acima de 5%.

O grupo que apresentou a maior redução foi o de Alimentação, que caiu de 1,22% para 0,99%. Nas quatro semanas analisadas, os preços de alimentos vêm apresentando uma tendência de queda, começando em 1,38% no dia 15 de janeiro e passando por 1,32% em 22 de janeiro, até chegar a 0,99%. André Braz, coordenador do índice, comentou que essa desaceleração é uma tendência de alta menos intensa, ressaltando que a inflação de alimentos continuará a ser um tema relevante em 2025.

Entre as capitais pesquisadas, Salvador teve a maior taxa de variação, com 1,21%, impulsionada principalmente pelos preços de cursos de ensino fundamental, que subiram 6,47%. Em contrapartida, Recife registrou a menor taxa de variação, com 0,56%, influenciada pelo comportamento do subitem gasolina, que teve uma alta de 3,23%.

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