Goldman Sachs elevou sua recomendação para as ações da GE HealthCare, passando de neutra para compra, com um novo preço-alvo de $100, um aumento de $15. O analista David Roman destacou que as vendas na China estão se estabilizando e podem retornar aos níveis de 2023 até 2026, superando expectativas anteriores. Ele também revisou para […]
Goldman Sachs elevou sua recomendação para as ações da GE HealthCare, passando de neutra para compra, com um novo preço-alvo de $100, um aumento de $15. O analista David Roman destacou que as vendas na China estão se estabilizando e podem retornar aos níveis de 2023 até 2026, superando expectativas anteriores. Ele também revisou para cima as previsões de lucro por ação entre 2025 e 2028, embora tenha mencionado que a política tarifária do ex-presidente Donald Trump ainda representa um risco. Roman acredita que a recuperação na China e a alavancagem de lucro podem compensar os riscos tarifários.
Na terça-feira, as ações da GE HealthCare subiram 1,8% no pré-mercado, refletindo a mudança de perspectiva dos analistas. A maioria dos especialistas consultados pela LSEG também possui recomendações de compra para a empresa. O desempenho das ações da GEHC, que já subiram mais de 9% em 2025, contrasta com a tendência de queda do mercado mais amplo. A empresa se destaca em um cenário onde o setor de saúde tem atraído investidores em busca de segurança.
Além disso, o CNBC Investing Club de Jim Cramer anunciou a venda de 75 ações da GE HealthCare a aproximadamente $86 cada, reduzindo sua participação para cerca de 1,43% do portfólio. Cramer mencionou que a venda é parte de uma estratégia de reposicionamento, buscando realizar lucros em ações que se valorizaram, enquanto aproveita oportunidades em outras ações que sofreram quedas. O clube também adquiriu 50 ações da TJX e 50 ações da Texas Roadhouse, aproveitando a recente correção do mercado.
O mercado continua a reagir a incertezas econômicas, especialmente após o anúncio de Trump sobre o aumento das tarifas sobre o aço e alumínio canadense. O S&P 500 caiu novamente, refletindo preocupações com uma possível recessão. Cramer e sua equipe estão atentos a essas dinâmicas, buscando ajustar suas posições em resposta às flutuações do mercado e às mudanças nas condições econômicas.
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