A Tesla enfrenta um cenário desafiador, com uma queda de 50% nas ações desde dezembro, e a possibilidade de um ano sem crescimento, conforme análise do Wells Fargo. O analista Colin Langan reduziu sua meta de preço em quase 4%, passando de R$ 135 para R$ 130, mantendo a classificação de “underweight”. Essa nova previsão […]
A Tesla enfrenta um cenário desafiador, com uma queda de 50% nas ações desde dezembro, e a possibilidade de um ano sem crescimento, conforme análise do Wells Fargo. O analista Colin Langan reduziu sua meta de preço em quase 4%, passando de R$ 135 para R$ 130, mantendo a classificação de “underweight”. Essa nova previsão indica um potencial de desvalorização de 46% em relação aos níveis atuais das ações da montadora.
Langan destacou que a queda de mais de 40% nas vendas da Tesla na Europa até o momento é um fator crucial para a correção recente das ações. Ele observou que a situação é agravada por protestos e atos de vandalismo, aumentando as preocupações sobre o desempenho da empresa. Desde que o CEO Elon Musk assumiu um papel proeminente na administração Trump, as ações da Tesla têm enfrentado volatilidade, com a empresa prestes a registrar sua oitava perda semanal consecutiva, a mais longa desde sua estreia na Nasdaq em 2010.
As vendas da Tesla na Europa caíram 45% em janeiro, refletindo a dificuldade da empresa em manter o crescimento em mercados importantes. Langan afirmou que, apesar da queda significativa, ainda há uma expectativa de desvalorização superior a 40%. Ele observou que muitos investidores hesitaram em reagir a essa tendência negativa, mas a deterioração dos fundamentos pode levar a uma mudança no sentimento do mercado.
O Wells Fargo se junta a outros analistas de Wall Street, como UBS e Redburn Atlantic, que também reiteraram recomendações de venda para as ações da Tesla. A crescente preocupação com as margens e vendas da empresa sugere que os desafios enfrentados pela montadora podem se intensificar nos próximos meses.
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