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Brasil lidera aumento real de salários pós-pandemia, aponta estudo da OCDE

- O Brasil teve aumento real de 7% nos salários desde 2019, superando países desenvolvidos. - Estudo da OCDE revela queda no crescimento nominal dos salários no segundo semestre de 2024. - Taxas de desemprego no Brasil estão baixas em comparação ao período pré-pandemia. - Previsão de crescimento do PIB brasileiro foi revisada para 2,1% em 2025 e 1,4% em 2026. - Políticas tarifárias dos EUA podem impactar negativamente o crescimento econômico global.

Um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado nesta segunda-feira, 17, aponta que o Brasil teve o maior aumento real nos salários de trabalhadores desde 2019, com um crescimento de 7%. Esse aumento supera o registrado em países desenvolvidos, como Estados Unidos e Reino Unido. O relatório observa que, apesar da […]

Um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado nesta segunda-feira, 17, aponta que o Brasil teve o maior aumento real nos salários de trabalhadores desde 2019, com um crescimento de 7%. Esse aumento supera o registrado em países desenvolvidos, como Estados Unidos e Reino Unido. O relatório observa que, apesar da diminuição do crescimento nominal dos salários no segundo semestre de 2024, os valores ainda são superiores aos níveis pré-pandemia, com pressões salariais persistentes em algumas regiões.

Além disso, a OCDE destaca que as taxas de desemprego no Brasil e na Turquia são particularmente baixas em comparação ao período anterior à pandemia. No entanto, as políticas tarifárias implementadas pelo presidente americano Donald Trump podem impactar negativamente o crescimento econômico global. A OCDE revisou sua previsão de crescimento da economia mundial, reduzindo de 3,3% para 3% para os anos de 2025 e 2026.

Para o Brasil, as previsões de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) também foram ajustadas. A expectativa é que o PIB cresça 2,1% em 2025, abaixo da previsão anterior de 2,3%, e 1,4% em 2026, em comparação à previsão anterior de 1,9%. Essas revisões refletem um cenário econômico mais desafiador, embora o país ainda se destaque em termos de aumento salarial.

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