Micron Technology teve um desempenho positivo em suas ações, que subiram 6% no pós-mercado após a divulgação dos resultados do segundo trimestre, superando as expectativas dos analistas. A empresa reportou um aumento de 38% na receita, alcançando R$ 5,82 bilhões em comparação ao mesmo período do ano anterior. O lucro líquido foi de R$ 1,58 […]
Micron Technology teve um desempenho positivo em suas ações, que subiram 6% no pós-mercado após a divulgação dos resultados do segundo trimestre, superando as expectativas dos analistas. A empresa reportou um aumento de 38% na receita, alcançando R$ 5,82 bilhões em comparação ao mesmo período do ano anterior. O lucro líquido foi de R$ 1,58 bilhões, ou R$ 1,41 por ação, um crescimento significativo em relação aos R$ 793 milhões ou 71 centavos por ação do ano passado. A receita proveniente de data centers triplicou, e a previsão para o terceiro trimestre fiscal é de aproximadamente R$ 8,8 bilhões, acima da estimativa média de R$ 8,5 bilhões.
Os analistas continuam otimistas em relação à Micron, prevendo um fortalecimento no setor de chips, impulsionado pela recuperação nos preços e na demanda. Entre os 39 analistas que cobrem a empresa, 34 a classificam como “compra forte” ou “compra”. A Citi manteve sua classificação de compra e um preço-alvo de R$ 150, prevendo um potencial de valorização de 47%. A Wells Fargo também se mostrou positiva, com um preço-alvo de R$ 130, destacando a recuperação dos níveis de estoque e a vantagem competitiva da Micron.
A JPMorgan, por sua vez, mantém uma classificação de “sobrepeso” e um preço-alvo de R$ 145, acreditando que os resultados trimestrais estarão alinhados com as expectativas do mercado. O analista Harlan Sur enfatizou a demanda robusta por memória de alta largura de banda (HBM) e a tendência de preços favoráveis para as soluções de DRAM. A UBS e a Stifel também reiteraram suas classificações de compra, com preços-alvo de R$ 125 e R$ 130, respectivamente, prevendo que a margem bruta da empresa deve se recuperar ao longo do ano.
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