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Mini-índice e minidólar: suporte e resistência para o pregão desta quinta-feira (20)

- O mini-índice (WINJ25) subiu 1,05%, marcando cinco dias de valorização. - O minidólar (WDOJ25) caiu 0,46%, completando sete pregões de baixa. - Suportes e resistências são cruciais para ambos os ativos, influenciando decisões. - O Ibovespa também subiu 0,79%, renovando máximas de 2025 e indicando força compradora. - A pressão vendedora no minidólar sugere cautela, podendo intensificar quedas.

Os contratos de mini-índice (WINJ25) com vencimento em abril encerraram a última sessão em alta de 1,05%, atingindo 134.130 pontos. Este resultado marca o quinto dia consecutivo de valorização. No curto prazo, os suportes estão localizados em 134.090/133.710, 133.255/132.985 e 132.530/132.245 pontos, enquanto as resistências se encontram em 134.345/134.600, 135.000/135.550 e 135.900/136.315 pontos. Para que […]

Os contratos de mini-índice (WINJ25) com vencimento em abril encerraram a última sessão em alta de 1,05%, atingindo 134.130 pontos. Este resultado marca o quinto dia consecutivo de valorização. No curto prazo, os suportes estão localizados em 134.090/133.710, 133.255/132.985 e 132.530/132.245 pontos, enquanto as resistências se encontram em 134.345/134.600, 135.000/135.550 e 135.900/136.315 pontos. Para que a tendência de alta se mantenha, é necessário romper a resistência em 134.345/134.600 pontos.

No gráfico de 15 minutos, o mini-índice manteve um viés de alta, fechando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, indicando que os compradores ainda controlam o mercado. Caso a resistência seja superada, o ativo pode buscar os 135.000/135.550 pontos, com um objetivo mais ambicioso em 135.900/136.315 pontos. Por outro lado, uma reversão de tendência exigiria um fluxo vendedor que rompesse o suporte em 134.090/133.710 pontos, o que poderia acelerar as vendas em direção aos 133.255/132.985 pontos.

Os contratos de minidólar (WDOJ25), também com vencimento em abril, fecharam em queda de 0,46%, a 5.663 pontos, marcando o sétimo pregão consecutivo de baixa. Os suportes mais próximos estão em 5.660/5.648, 5.641/5.626 e 5.602/5.582 pontos, enquanto as resistências se localizam em 5.666/5.678,5, 5.690,5/5.705 e 5.716/5.724 pontos. A pressão vendedora continua, e o fechamento entre as médias de 9 e 21 períodos sugere uma possível estabilização no curto prazo.

No gráfico diário, a configuração permanece negativa, com um candle de baixa formado na última sessão. A mínima em 5.645,5 pontos é um nível crítico; um rompimento pode intensificar o fluxo de vendas. Para reverter a tendência de queda, o ativo precisaria superar a máxima da última sessão em 5.705 pontos, abrindo espaço para uma correção em direção aos 5.751/5.790 pontos. O Índice de Força Relativa (IFR) em 34,04 indica que, apesar do viés de baixa, há potencial para uma reação de curto prazo, caso ocorra um aumento no volume comprador.

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