Liberty Energy foi promovida de “igual peso” para “sobrepeso” pela Morgan Stanley, que também elevou o preço-alvo das ações de R$ 20 para R$ 25. Essa nova meta sugere um potencial de valorização de 68% em relação ao fechamento de quarta-feira. O analista Daniel Katz destacou que a empresa pode se beneficiar do aumento da […]
Liberty Energy foi promovida de “igual peso” para “sobrepeso” pela Morgan Stanley, que também elevou o preço-alvo das ações de R$ 20 para R$ 25. Essa nova meta sugere um potencial de valorização de 68% em relação ao fechamento de quarta-feira. O analista Daniel Katz destacou que a empresa pode se beneficiar do aumento da demanda por energia em data centers, prevendo uma escassez de cerca de 40GW até 2028 nos Estados Unidos, onde os serviços de geração de energia da Liberty podem ser parte da solução.
Apesar de uma queda superior a 10% em março e uma desvalorização de 22,5% no ano, Katz acredita que o mercado não está reconhecendo o potencial de crescimento da empresa, especialmente em relação à demanda por gás. Ele também ressaltou que a Liberty Energy tem um histórico de alta eficiência operacional, o que a coloca em uma posição vantajosa no atual mercado de shale na América do Norte.
A análise da LSEG mostra que a opinião dos analistas sobre a Liberty Energy é dividida, com seis dos treze analistas que cobrem a empresa recomendando a compra ou uma forte compra, enquanto os outros sete optaram por uma classificação de manutenção. Essa disparidade reflete a incerteza em torno do desempenho futuro da empresa, mesmo com as perspectivas de crescimento no setor de energia.
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