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EEM registra maior queda desde junho de 2020 com temores de guerra comercial global

- O iShares MSCI Emerging Markets ETF (EEM) enfrenta queda significativa de 5% em um dia. - Tarifas retaliatórias dos EUA, especialmente de Donald Trump, afetam economias emergentes. - Economias como China, Índia e Coreia do Sul são as mais impactadas por essas tarifas. - Exportações representam 44% do PIB da Coreia do Sul, 21,8% da Índia e 19,7% da China. - Torsten Slok alerta que uma guerra comercial pode ter efeitos globais mais severos.

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O iShares MSCI Emerging Markets ETF (EEM) está passando por uma queda significativa, com uma perda de cinco por cento em um único dia e mais de seis por cento na semana. Essa desvalorização é impulsionada por tarifas elevadas impostas pelo governo dos Estados Unidos, especialmente durante a administração de Donald Trump, que levantaram preocupações sobre uma possível guerra comercial global e suas consequências econômicas.

As economias emergentes, como China, Índia e Coreia do Sul, são as mais afetadas. Em dois mil e vinte e três, as exportações representaram quarenta e quatro por cento do PIB da Coreia do Sul, vinte e um vírgula oito por cento da Índia e dezenove vírgula sete por cento da China, conforme dados do Banco Mundial. O ETF possui suas principais participações em empresas desses países, que enfrentam tarifas de até cinquenta e quatro por cento para produtos chineses e trinta e dois por cento para Taiwan, além de vinte e cinco por cento e vinte e seis por cento para Coreia do Sul e Índia, respectivamente.

A situação se agrava com a recente decisão da China de impor uma tarifa retaliatória de trinta e quatro por cento sobre todas as importações dos Estados Unidos a partir de dez de abril. Além disso, a China iniciou discussões trilaterais com Japão e Coreia do Sul para coordenar suas respostas tarifárias. O economista-chefe da Apollo Global Management, Torsten Slok, alertou que uma guerra comercial prolongada terá implicações negativas mais severas para o restante do mundo do que para os Estados Unidos, devido à maior dependência das economias emergentes em relação ao comércio exterior.

Diante desse cenário, o ETF EEM, que já estava em baixa, pode enfrentar desafios adicionais, refletindo a fragilidade das economias emergentes em um ambiente de crescente protecionismo. A situação exige atenção dos investidores, que devem considerar as repercussões das tarifas e a dinâmica do comércio global ao avaliar suas estratégias de investimento.

O iShares MSCI Emerging Markets ETF (EEM) está enfrentando uma queda significativa, com uma perda de 5% em um único dia e mais de 6% na semana. Essa desvalorização ocorre em um contexto de tarifas elevadas impostas pelo governo dos Estados Unidos, especialmente durante a administração de Donald Trump, que geraram preocupações sobre uma possível guerra comercial global e suas consequências econômicas.

As economias emergentes, como China, Índia e Coreia do Sul, estão entre as mais afetadas. Em 2023, as exportações representaram 44% do PIB da Coreia do Sul, 21,8% da Índia e 19,7% da China, segundo dados do Banco Mundial. O ETF possui suas principais participações em empresas desses países, que enfrentam tarifas de até 54% para produtos chineses e 32% para Taiwan, além de 25% e 26% para Coreia do Sul e Índia, respectivamente.

A situação se agrava com a recente decisão da China de impor uma tarifa retaliatória de 34% sobre todas as importações dos Estados Unidos a partir de 10 de abril. Além disso, a China iniciou discussões trilaterais com Japão e Coreia do Sul para coordenar suas respostas tarifárias. O economista-chefe da Apollo Global Management, Torsten Slok, alertou que uma guerra comercial prolongada terá implicações negativas mais severas para o restante do mundo do que para os Estados Unidos, devido à maior dependência das economias emergentes em relação ao comércio exterior.

Diante desse cenário, o ETF EEM, que já estava em baixa, pode enfrentar desafios adicionais, refletindo a fragilidade das economias emergentes em um ambiente de crescente protecionismo. A situação exige atenção dos investidores, que devem considerar as repercussões das tarifas e a dinâmica do comércio global ao avaliar suas estratégias de investimento.

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