O governo federal anunciou a criação da Faixa 4 do programa Minha Casa, Minha Vida, que agora atenderá famílias com renda mensal de até R$ 12 mil. Essa nova faixa permitirá o financiamento de imóveis com valor de até R$ 500 mil, com uma taxa de juros de 10,5% ao ano e um prazo de pagamento de até 420 meses. Diferentemente das faixas anteriores, não haverá subsídios diretos do governo, o que significa que as famílias precisarão pagar o valor total do imóvel.
O ministro das Cidades, Jader Filho, afirmou que a medida busca atender à classe média, que enfrenta dificuldades para acessar financiamentos habitacionais. A expectativa é que cerca de 120 mil famílias sejam beneficiadas até o final do ano. Além disso, a expansão do programa visa contribuir para a recuperação do setor da construção civil, que já representa uma parte significativa do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
Especialistas do setor, como José Urbano Duarte e Rafael Ragazi, destacaram que a nova faixa pode acelerar as vendas das construtoras, permitindo a inclusão de mais projetos no programa. Embora a taxa de juros da Faixa 4 seja superior às faixas anteriores, ela ainda é considerada vantajosa em comparação com as taxas do mercado, que giram em torno de 12%.
A criação da Faixa 4 está alinhada com a meta do governo de entregar aproximadamente 3 milhões de imóveis até 2026. Para viabilizar essa expansão, o governo destinará R$ 30 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal, buscando aumentar o acesso à moradia e estimular a economia e o setor da construção civil no Brasil.
O governo federal anunciou a criação da Faixa 4 do programa Minha Casa, Minha Vida, que agora atenderá famílias com renda mensal de até R$ 12 mil. A nova faixa permitirá o financiamento de imóveis com valor de até R$ 500 mil, com uma taxa de juros de 10,5% ao ano e um prazo de pagamento de até 420 meses. Diferente das faixas anteriores, não haverá subsídios diretos do governo, exigindo que as famílias paguem o valor integral do imóvel.
O ministro das Cidades, Jader Filho, destacou que a medida visa atender à classe média, que enfrenta dificuldades no acesso a financiamentos habitacionais. A expectativa é que a nova faixa beneficie cerca de 120 mil famílias até o final do ano. Além disso, o governo espera que a expansão do programa contribua para a recuperação do setor da construção civil, que já representa uma parte significativa do PIB.
Especialistas do setor imobiliário, como José Urbano Duarte e Rafael Ragazi, afirmaram que a nova faixa pode acelerar as vendas das construtoras, permitindo que mais projetos sejam incluídos no programa. A taxa de juros, embora superior às faixas anteriores, ainda é considerada vantajosa em comparação com as taxas do mercado, que giram em torno de 12%.
A criação da Faixa 4 também está alinhada com a meta do governo de entregar aproximadamente 3 milhões de imóveis até 2026. O aporte de R$ 30 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal será utilizado para viabilizar essa expansão, que busca não apenas aumentar o acesso à moradia, mas também estimular a economia e o setor da construção civil no Brasil.
Entre na conversa da comunidade