A Petrobras, liderada por Magda Chambriard, não vai mudar os preços dos combustíveis por enquanto. Isso se deve à instabilidade no cenário global, especialmente após o aumento de tarifas anunciado por Donald Trump. Chambriard explicou que a empresa não vai se deixar levar pela ansiedade do mercado e que qualquer alteração nos preços só será considerada se houver quedas significativas no preço do petróleo e no câmbio. Recentemente, o preço do barril de petróleo Brent caiu cerca de US$ 10, chegando a aproximadamente US$ 64, o que gerou preocupações sobre uma possível recessão. Além disso, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, pediu que a Petrobras analisasse um novo corte no preço do diesel, mas a presidente da empresa afirmou que a comunicação com o governo é boa e que todos estão bem informados sobre a política de preços. A Petrobras está sendo cautelosa em um momento de incertezas no mercado.
A Petrobras não deve modificar os preços dos combustíveis vendidos a distribuidoras enquanto o cenário geopolítico permanecer instável, conforme declarou a presidente da empresa, Magda Chambriard. Em entrevista à Reuters, ela destacou que a companhia não vai “internalizar a ansiedade” do mercado internacional, especialmente após o tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Chambriard afirmou que qualquer alteração nos preços dependeria de quedas bruscas nas duas principais variáveis que influenciam a formação de preços: o petróleo e o câmbio. Recentemente, o preço do barril de petróleo Brent caiu cerca de US$ 10, atingindo aproximadamente US$ 64, em meio a preocupações sobre uma possível recessão global.
A presidente da Petrobras também comentou sobre a comunicação com o governo, mencionando que houve um pedido do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, para que a empresa considerasse um novo corte no preço do diesel, após a recente queda do preço do petróleo. Ela reforçou que o relacionamento com o governo é bom e que as partes estão bem informadas sobre a política de preços.
A situação atual reflete a cautela da Petrobras em um ambiente de incertezas, onde a volatilidade do mercado pode impactar diretamente as decisões da empresa. A executiva enfatizou que, por enquanto, a companhia não fará mudanças em sua política de preços, priorizando a estabilidade em meio a um cenário global desafiador.
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