A Azul (AZUL4) anunciou que vai emitir 464 milhões de ações a R$ 3,58 cada, totalizando R$ 1,66 bilhão. Essa decisão foi aprovada em 23 de abril de 2025 e tem como objetivo melhorar a situação financeira da empresa, que enfrenta problemas como alta dívida e queda nas ações. Com essa nova emissão, o capital social da Azul será de R$ 7,13 bilhões, dividido em mais de 2,1 bilhões de ações ordinárias e quase 900 milhões de ações preferenciais. A oferta também inclui bônus de subscrição, com um bônus para cada ação comprada, totalizando cerca de 13,5 milhões de bônus. A liquidação financeira está marcada para 28 de abril de 2025, e os bônus serão creditados nas contas dos investidores no dia seguinte. A Genial Investimentos comentou que, embora o anúncio seja importante para a reestruturação da dívida, o valor captado ficou abaixo do esperado. A Azul ainda precisa levantar cerca de US$ 200 milhões para garantir sua liquidez. Além disso, a empresa está em negociações com credores para conseguir mais capital, usando recebíveis como garantia, com o banco PJT Partners liderando essas conversas, que podem envolver até R$ 900 milhões em novos instrumentos de dívida.
A Azul (AZUL4) anunciou a emissão de 464 milhões de ações a um preço de R$ 3,58 cada, totalizando R$ 1,66 bilhão. O aumento de capital foi aprovado na quarta-feira, 23 de abril de 2025, e visa fortalecer a estrutura financeira da companhia, que enfrenta desafios como alta dívida e queda nas ações.
Com a nova emissão, o capital social da Azul passará a ser de R$ 7,13 bilhões, dividido em 2.128.965.121 ações ordinárias e 896.039.753 ações preferenciais. A oferta inclui a atribuição de bônus de subscrição, com um bônus para cada ação subscrita, totalizando 13.517.180 bônus. A liquidação financeira ocorrerá em 28 de abril de 2025, com o crédito dos bônus nas contas dos subscritores no dia 29.
A Genial Investimentos avaliou que, apesar da importância do anúncio para a reestruturação da dívida, o resultado ficou abaixo das expectativas, especialmente em relação à captação de novos recursos. A empresa ainda precisa levantar cerca de US$ 200 milhões adicionais para garantir a liquidez e a equitização total dos títulos.
A Azul também está em negociações com credores para aumentar o interesse em fornecer novo capital, utilizando recebíveis como garantia. O banco PJT Partners está liderando essas discussões, que podem envolver instrumentos de dívida de até R$ 900 milhões. A companhia busca melhorar sua posição de caixa em um cenário de alta volatilidade no setor aéreo.
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