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Kering enfrenta queda de 25% nas vendas da Gucci e ações despencam 27% em 2023

Kering enfrenta crise com queda de 25% nas vendas da Gucci, enquanto ações despencam e novo diretor artístico gera controvérsias.

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As vendas da Gucci caíram 25% no primeiro trimestre de 2025, o que afetou muito os lucros do grupo Kering, que é controlado pela família Pinault. A receita da Gucci foi de 1,57 bilhão de euros, representando quase metade do total do grupo. As ações da Kering também caíram 27% neste ano. A nomeação de Demna Gvasalia como novo diretor artístico da Gucci gerou polêmica, e analistas estão céticos sobre a recuperação da marca, com a JPMorgan afirmando que a recuperação será lenta. Outras marcas do grupo também tiveram resultados fracos, como a Yves Saint Laurent, que viu suas vendas caírem 9%, enquanto a Bottega Veneta cresceu apenas 4%. O desempenho geral da Kering foi impactado por uma queda de 14% nas vendas, totalizando 3,9 bilhões de euros. François-Henri Pinault, presidente da Kering, reconheceu que o começo do ano foi difícil e destacou a necessidade de estratégias para enfrentar os desafios do setor de luxo, especialmente com a desaceleração da demanda na China. Analistas alertam que a recuperação da Gucci pode ser complicada por um ambiente econômico difícil e a marca precisa redefinir sua identidade para atrair os consumidores novamente.

As vendas da Gucci, marca do grupo Kering, caíram 25% no primeiro trimestre de 2025, impactando significativamente os lucros da empresa. A receita da marca foi de 1,57 bilhão de euros (cerca de R$ 1,79 bilhão), o que representa quase metade da receita total do grupo. A Kering, controlada pela família Pinault, enfrenta um cenário desafiador, com ações caindo 27% no ano.

A nomeação de Demna Gvasalia como novo diretor artístico da Gucci, em março, gerou controvérsias. A marca já havia passado por mudanças de liderança e direção criativa, mas os analistas permanecem céticos quanto à capacidade de revitalização da marca. A JPMorgan afirmou que a falta de sinais positivos sugere que a recuperação será mais lenta do que o esperado.

Além da Gucci, outras marcas do grupo também apresentaram resultados fracos. As vendas da Yves Saint Laurent (YSL) caíram 9%, enquanto a Bottega Veneta teve um crescimento modesto de 4%. O desempenho geral da Kering foi afetado por uma queda de 14% nas vendas, totalizando 3,9 bilhões de euros (aproximadamente R$ 4,4 bilhões).

François-Henri Pinault, presidente e CEO da Kering, reconheceu que o início do ano foi difícil e destacou a necessidade de um foco intenso nas estratégias para enfrentar os desafios do setor de luxo. A empresa também enfrenta dificuldades devido à desaceleração da demanda na China, um mercado crucial para o luxo.

Analistas alertam que a recuperação da Gucci pode ser dificultada por um ambiente macroeconômico desafiador, incluindo tarifas e incertezas econômicas. A marca, que já foi um ícone do luxo, agora enfrenta a necessidade de redefinir sua identidade para reconquistar os consumidores.

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