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Cidades europeias impõem restrições a aluguéis de curta duração para proteger moradores

Cidades como Roma, Barcelona e Atenas impõem restrições aos aluguéis de curta duração, buscando equilibrar turismo e habitação local.

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Cidades turísticas como Roma, Barcelona e Atenas estão criando regras para controlar os aluguéis de curta duração, como os do Airbnb, devido ao aumento dos preços de moradia e ao impacto do turismo. Em Roma, a prefeitura está confiscando itens de aluguéis ilegais e aplicando multas de 400 euros. O responsável pela cidade, Alessandro Onorato, afirmou que o turismo é importante, mas precisa ser equilibrado. Barcelona planeja proibir gradualmente esses aluguéis até 2028, já que apenas 10 mil dos 850 mil locais disponíveis têm licença. Em Atenas, o prefeito Haris Doukas destacou que a cidade espera 10 milhões de turistas em 2025 e que os moradores estão se unindo para proteger a cultura local. Enquanto isso, o Airbnb defende que seu modelo gera benefícios econômicos e anunciou uma parceria com a Santa Sé para promover o turismo religioso. Essas ações mostram a dificuldade de equilibrar o turismo e a necessidade de moradia acessível nas grandes cidades.

Cidades turísticas como Roma, Barcelona e Atenas estão implementando restrições aos aluguéis de curta duração devido ao aumento dos preços de moradia e à pressão do turismo. As ações incluem fiscalização rigorosa e multas para proprietários que não seguem as normas.

Em Roma, a prefeitura, sob a liderança de Alessandro Onorato, está realizando operações para apreender objetos utilizados em aluguéis ilegais. Policiais e funcionários têm recolhido itens fixados em espaços públicos, aplicando multas de € 400. Onorato destacou que o turismo é importante, mas deve ser gerido de forma equilibrada.

Barcelona também está tomando medidas. A cidade anunciou a proibição gradual de aluguéis de curta duração até 2028. Apenas 10 mil das 850 mil acomodações disponíveis possuem licença. Dados indicam que 70% dos turistas ainda optam por hospedagens tradicionais, como hotéis.

Em Atenas, o prefeito Haris Doukas alertou sobre o impacto do turismo crescente, com 10 milhões de visitantes esperados em 2025. Moradores estão se unindo para preservar a identidade cultural, enfrentando práticas de investidores que tentam contornar as novas leis.

Enquanto isso, o Airbnb defende seu modelo de negócios, afirmando que gera impacto econômico positivo e empregos. A plataforma, que teve um lucro líquido de $ 2,6 bilhões em 2024, anunciou uma parceria com a Santa Sé para apoiar o turismo religioso.

Essas iniciativas refletem uma luta crescente entre o turismo e a necessidade de habitação acessível nas grandes cidades. O desafio é encontrar um equilíbrio que beneficie tanto moradores quanto visitantes.

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