O governo dos Estados Unidos, durante a administração de Donald Trump, decidiu não seguir um acordo de 2,25 milhões de dólares que ajudaria devedores de empréstimos estudantis. Essa decisão veio após o Consumer Financial Protection Bureau (CFPB) processar os National Collegiate Student Loan Trusts em 2017, acusando-os de cobrar dívidas de forma inadequada, incluindo ações judiciais sem provas. O CFPB afirmou que os Trusts, que lidam com empréstimos estudantis, moviam processos indevidos contra consumidores. O acordo tinha como objetivo compensar os devedores prejudicados, mas foi cancelado. Além disso, a administração Trump tentou reduzir o CFPB, planejando demitir a maioria de seus funcionários, mas um juiz bloqueou essas demissões. O CFPB também retirou um processo contra uma agência de assistência educacional que estava cobrando dívidas de estudantes que já haviam sido perdoadas. Nenhum dos envolvidos comentou sobre essas decisões.
O governo federal dos Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, abandonou um acordo de R$ 2,25 milhões que beneficiaria devedores de empréstimos estudantis. A decisão ocorreu após o processo do Consumer Financial Protection Bureau (CFPB) contra os National Collegiate Student Loan Trusts, iniciado em 2017. O CFPB acusou os Trusts de práticas inadequadas na cobrança de dívidas, incluindo ações judiciais sem comprovação de débitos.
O CFPB alegou que os Trusts, que gerenciam e securitizam empréstimos estudantis, moviam processos indevidos contra consumidores, buscando cobrar dívidas que não podiam provar. A proposta de acordo visava compensar os devedores prejudicados, mas foi descartada na última sexta-feira. Além disso, a administração Trump tentou desmantelar o CFPB, planejando demitir até 1.500 dos 1.700 funcionários da agência, embora um juiz tenha interrompido essas demissões.
Em fevereiro, o CFPB também retirou um processo contra a Pennsylvania Higher Education Assistance Agency, que havia sido acusado de coletar ilegalmente dívidas de estudantes que já haviam sido dispensadas em processos de falência. O CFPB e a Casa Branca não comentaram sobre as recentes decisões, assim como os representantes dos Trusts e da agência de assistência educacional.
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