O governo lançou um novo modelo de crédito consignado para trabalhadores do setor privado, permitindo que eles peguem empréstimos com desconto direto na folha de pagamento. Em pouco mais de um mês, já foram emprestados R$ 8,9 bilhões a cerca de 1,6 milhão de trabalhadores. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, destacou que o programa está beneficiando especialmente aqueles que ganham até dois salários mínimos. A partir de 6 de maio, os trabalhadores poderão fazer a portabilidade dos empréstimos, ou seja, mudar de banco se encontrarem taxas melhores. Além disso, o uso do FGTS como garantia para esses empréstimos ainda precisa ser regulamentado, mas a expectativa é que isso ajude a reduzir as taxas de juros. O novo modelo, que começou a funcionar em 21 de março, é uma das principais iniciativas do governo para facilitar o acesso ao crédito e melhorar a situação financeira dos trabalhadores.
O governo brasileiro lançou um novo modelo de crédito consignado voltado para trabalhadores do setor privado, permitindo acesso a empréstimos com desconto em folha de pagamento. A iniciativa, que visa beneficiar 42 milhões de trabalhadores, já resultou em R$ 8,9 bilhões emprestados a 1,6 milhão de pessoas em pouco mais de um mês.
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, destacou que, até o final de abril, foram contratados R$ 1,6 bilhão para quem recebe de um a dois salários mínimos, R$ 2,7 bilhões para a faixa de dois a quatro salários, R$ 1,9 bilhão para quatro a oito salários e R$ 2,5 bilhões para aqueles que ganham acima de oito salários mínimos. Marinho afirmou que o programa está beneficiando especialmente trabalhadores domésticos e aqueles com salários mais baixos.
A partir de 6 de maio, será possível realizar a portabilidade de empréstimos, permitindo que trabalhadores migrem para instituições que ofereçam taxas mais baixas. O novo modelo, que começou a funcionar em 21 de março, não exige acordos bilaterais entre empresas e bancos, facilitando o acesso ao crédito.
O uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) como garantia ainda aguarda regulamentação, prevista para ser analisada em 15 de junho. Essa modalidade permitirá que os trabalhadores utilizem até 10% do saldo do FGTS e 100% da multa rescisória em caso de demissão sem justa causa para quitar dívidas.
Os trabalhadores podem solicitar crédito por meio da Carteira de Trabalho Digital, recebendo propostas de mais de 80 instituições financeiras. O governo espera que a nova linha de crédito ganhe força com o tempo, aumentando a oferta e reduzindo as taxas de juros, que podem cair até 40% com a inclusão do FGTS como garantia.
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