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Condomínio de torre de luxo em Nova York processa incorporadores por fraudes estruturais

Condomínio do 432 Park Avenue processa incorporadores por "fraude deliberada" e pede mais de $ 165 milhões por rachaduras na fachada.

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O conselho do condomínio do 432 Park Avenue, uma torre de luxo em Nova York, processou os incorporadores, acusando-os de “fraude deliberada” por não revelarem rachaduras na fachada do prédio, que podem causar problemas estruturais. Eles alegam que os responsáveis não informaram os compradores e inspetores sobre a gravidade das falhas. O processo, que pede mais de 165 milhões de dólares em indenizações, detalha cerca de 1.900 defeitos na construção. Fotos anexadas mostram rachaduras e partes faltando na fachada. O advogado do conselho afirmou que a situação vai além de negligência, caracterizando um esquema movido pela ganância. Os incorporadores negam as acusações e pretendem arquivar o caso. O prédio, que atraiu muitos investidores e celebridades, já enfrentou reclamações de moradores sobre enchentes e problemas com elevadores. Esta nova ação segue um processo anterior de 2021, que ainda está em andamento. A investigação revelou que as rachaduras começaram a aparecer logo no início da construção e que os responsáveis ignoraram alertas sobre a situação. O processo também menciona que os reparos realizados não foram eficazes e que as autoridades não foram informadas sobre condições perigosas no edifício.

O conselho do condomínio do edifício 432 Park Avenue, em Nova York, processou os incorporadores por “fraude deliberada”. A ação, movida na Suprema Corte Estadual de Manhattan, alega que os responsáveis ocultaram rachaduras significativas na fachada do prédio, inaugurado em 2015, que podem comprometer a estrutura.

Os membros do conselho pedem mais de 165 milhões de dólares em indenizações, citando cerca de 1.900 defeitos na fachada. As rachaduras, que se assemelham a veias, foram ignoradas pelos incorporadores, que não alertaram os compradores ou as autoridades sobre a gravidade do problema. O processo também inclui uma firma de engenharia e uma de arquitetura como réus.

A ação judicial detalha que os problemas começaram logo após o início da construção. O concreto utilizado, que deveria ser forte o suficiente para suportar a altura do edifício, apresentou falhas desde os primeiros testes. O arquiteto Rafael Viñoly e a empresa de engenharia WSP expressaram preocupações sobre as rachaduras, mas as advertências foram desconsideradas.

Terrence Oved, advogado do conselho, afirmou que o caso vai além da negligência, caracterizando um esquema movido pela ganância. A empresa CIM Group, um dos réus, negou as acusações e planeja arquivar o processo. A situação do 432 Park Avenue é um reflexo de um período difícil para os arranha-céus de luxo em Nova York, que enfrentam diversos problemas estruturais e legais.

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