Antigua e Barbuda se tornou oficialmente acionista do CAF, um banco que ajuda no desenvolvimento da América Latina e do Caribe. Isso vai permitir que o país tenha acesso a financiamentos para projetos de desenvolvimento sustentável. O presidente do CAF destacou que essa parceria é importante para fortalecer a região do Caribe, que enfrenta desafios como o aquecimento global e o aumento do nível do mar. O país, que é um pequeno arquipélago com cerca de 100 mil habitantes, depende muito do turismo, mas sofre com a destruição causada por furacões, como o que aconteceu em 2017, quando o furacão Irma devastou Barbuda. O CAF tem se expandido nos últimos anos, incluindo outros países da região, e está comprometido em ajudar Antigua e Barbuda a construir um futuro mais resiliente e sustentável.
O governo de Antigua e Barbuda tornou-se oficialmente acionista do CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe), permitindo acesso a financiamentos ágeis e flexíveis para projetos de desenvolvimento sustentável. A adesão foi anunciada em um evento recente, destacando a importância dessa aliança para fortalecer a região do Caribe.
Nos últimos dois anos, o CAF ampliou sua atuação, incluindo países como Costa Rica, El Salvador, Honduras, República Dominicana e Chile, que retornou à instituição após anos de ausência. Essa expansão visa atender melhor as necessidades específicas dos países membros e aumentar o impacto do banco na região.
O presidente executivo do CAF, Sergio Díaz-Granados, afirmou que a inclusão de Antigua e Barbuda é um “marco importante” para a colaboração com o Caribe. Ele ressaltou que a presença da bandeira do país na sede do CAF reflete o compromisso do banco com a região. Antigua e Barbuda, composta por três ilhas, enfrenta desafios significativos devido ao aquecimento global e ao aumento do nível do mar, que ameaçam sua biodiversidade e infraestrutura.
O turismo é a principal fonte de renda do país, mas a vulnerabilidade a desastres naturais, como os furacões, compromete frequentemente a economia local. O furacão Irma, em 2017, devastou quase toda a infraestrutura de Barbuda. Com a nova parceria, o CAF se compromete a apoiar o governo local na construção de um futuro mais resiliente e sustentável.
Além disso, em novembro de 2024, Bahamas também se tornou acionista do CAF, enquanto outras nações do CARICOM estão em estágios avançados de adesão. Recentemente, o banco anunciou uma nova linha de financiamento de 1,445 bilhões de dólares, destinada a grandes projetos de infraestrutura e melhorias em áreas como mobilidade urbana e educação em cinco países da região.
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