A UBS aumentou a previsão de preço das ações da Boeing para 226 dólares, o que representa um potencial crescimento de 18%. Essa mudança ocorreu após a Boeing anunciar um novo acordo comercial com o Reino Unido, que mantém tarifas de 10% sobre importações britânicas. O analista Gavin Parsons acredita que a Boeing está lidando bem com os riscos de tarifas e que os impactos financeiros anuais serão menores que 500 milhões de dólares. Ele também mencionou que a empresa pode suportar esse custo e ajudar fornecedores menores, especialmente com o aumento na produção do modelo MAX, que deve impulsionar o fluxo de caixa. No entanto, ele alertou que a demanda por viagens aéreas e problemas na cadeia de suprimentos ainda são riscos para a empresa. Até agora, as ações da Boeing subiram 8% neste ano, e a maioria dos analistas é otimista em relação à empresa.
Boeing recebeu uma atualização positiva da UBS, que elevou a meta de preço das ações da fabricante para $ 226, um aumento de 18% em relação ao valor anterior de $ 207. A mudança ocorre após a divulgação de um novo acordo comercial entre os Estados Unidos e o Reino Unido, que mantém tarifas sobre importações britânicas.
O analista Gavin Parsons, da UBS, destacou que a Boeing tem adotado uma abordagem proativa para lidar com os riscos tarifários. Ele afirmou que a empresa prioriza a continuidade da cadeia de suprimentos em vez de negociações de preços, estimando um impacto direto das tarifas de menos de $ 500 milhões anualmente. Parsons acredita que a Boeing pode absorver esse impacto e apoiar fornecedores menores, se necessário.
Apesar das perspectivas otimistas, o analista alertou para riscos associados à demanda por viagens aéreas e problemas na cadeia de suprimentos. Embora as questões de suprimento tenham diminuído, elas permanecem imprevisíveis e podem resultar em novas interrupções nas entregas. Isso poderia afetar o fluxo de caixa e as taxas de produção da Boeing, além de permitir que a Airbus ganhe participação de mercado.
Até o momento, as ações da Boeing subiram 8% em 2023. A maioria dos analistas mantém uma visão positiva sobre a empresa, com 20 dos 29 analistas que a cobrem recomendando compra ou compra forte, segundo dados da LSEG.
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