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Ferrari aposta em carro elétrico para impulsionar vendas na China com impostos reduzidos

Ferrari aposta no Elettrica EV com tarifas reduzidas na China para reverter queda de 25% nas vendas no primeiro trimestre.

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A Ferrari está enfrentando dificuldades para vender carros na China, onde a demanda por veículos de luxo caiu. As remessas da montadora para o país diminuíram 25% no primeiro trimestre, atingindo o menor nível em quase quatro anos. Para tentar melhorar as vendas, a empresa lançará o Elettrica EV em outubro, que terá tarifas mais baixas na China. O imposto sobre esse carro será de 30% do preço sugerido, enquanto os modelos com motores de 12 cilindros enfrentam taxas muito mais altas. O CEO da Ferrari, Benedetto Vigna, mencionou que um dos novos carros será mais adequado para o mercado chinês. A queda nas vendas é atribuída à desaceleração econômica e ao aumento da concorrência de marcas locais, como a BYD. A Ferrari limita suas remessas para a China a cerca de 10% do total, o que a torna menos dependente do mercado chinês em comparação com outras montadoras.

A Ferrari enfrenta dificuldades nas vendas na China, onde a demanda por veículos de luxo caiu. A montadora limitou suas remessas para a região a cerca de 10% do total, resultando em uma queda de 25% nas entregas no primeiro trimestre, o menor nível em quase quatro anos.

A empresa planeja lançar o Elettrica EV em outubro, que deve se beneficiar de tarifas e impostos mais baixos na China. O novo modelo será tributado a uma taxa de 30% do preço de varejo sugerido, enquanto os modelos com motores de 12 cilindros enfrentam impostos quase quatro vezes maiores. O CEO Benedetto Vigna afirmou que o Elettrica será “mais adequado” para o mercado chinês, o que pode ajudar a reverter a situação.

As vendas da Ferrari na China estagnaram devido à baixa demanda por veículos de luxo e à concorrência crescente de fabricantes locais, como a BYD. O mercado de carros de luxo encolheu em 2024, com uma queda de 20% nas vendas, totalizando cerca de 677 mil unidades, segundo a consultoria Thinkercar.

A Ferrari está menos exposta à China em comparação com outras montadoras ocidentais, mantendo suas remessas limitadas. Vigna indicou que a empresa poderia reconsiderar esse limite ao entrar no segmento de veículos elétricos. A China já impõe restrições à entrada de carros com motores a combustão, enquanto isenta os veículos elétricos de impostos sobre consumo.

O maior mercado individual da Ferrari continua sendo os Estados Unidos, onde a empresa planeja aumentar os preços de alguns modelos devido a tarifas comerciais.

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