O BTG Pactual, um importante banco de investimento no Brasil, afirmou que não está interessado em ativos do Banco Master, que enfrenta problemas financeiros. O CFO Renato Cohn disse que o banco pode considerar oportunidades no mercado, mas não tem interesse específico em nenhum ativo do Master. O BTG teve um lucro recorde de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre de 2025, um aumento de 16,5% em relação ao ano anterior. Cohn também mencionou que espera uma melhora no mercado de dívida corporativa e um aumento nas operações de fusões e aquisições nos próximos meses. O Banco de Brasília (BRB) anunciou a compra de uma parte do Banco Master, mas deixou de fora ativos que podem ser de interesse do BTG. O futuro do Banco Master ainda está em discussão entre as instituições financeiras e o Banco Central.
O BTG Pactual anunciou que não possui interesse específico em ativos do Banco Master, que enfrenta dificuldades financeiras e está sob investigação. O diretor financeiro, Renato Cohn, afirmou que a instituição pode avaliar oportunidades no mercado, mas não está focada em nenhum ativo ou operação do Master.
No primeiro trimestre de 2025, o BTG reportou um lucro recorde de R$ 3,4 bilhões, um aumento de 16,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Cohn destacou que a expectativa é de uma melhora no mercado de dívida corporativa, após um início de ano difícil, marcado pela volatilidade do dólar e altas taxas de juros.
O Banco de Brasília (BRB) anunciou em março a aquisição de uma fatia do Banco Master, excluindo ativos de maior risco. Cohn mencionou que, embora o BTG não tenha feito propostas, a instituição pode ajudar na análise de ativos disponíveis, conforme os objetivos dos reguladores. O BTG é considerado um dos principais candidatos para administrar uma possível liquidação privada do Master.
Cohn também comentou sobre o mercado de fusões e aquisições, prevendo um aumento no volume de operações nos próximos trimestres. Ele observou que a recuperação do mercado de ações pode impulsionar emissões de follow-ons e IPOs, embora a atividade ainda dependa de condições favoráveis. O BTG, que já captou R$ 105 bilhões em novos recursos, continua a expandir suas operações e a diversificar seu portfólio.
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