O Grupo Casas Bahia teve um prejuízo de R$ 408 milhões no último trimestre, pior do que os R$ 261 milhões negativos do mesmo período do ano passado. Apesar disso, a receita líquida cresceu 10,1%, alcançando R$ 6,9 bilhões, com destaque para o aumento de 15,8% nas vendas das lojas físicas e 17,5% no marketplace. As vendas online diretas caíram 2,1% devido a uma estratégia mais cuidadosa. O Ebitda ajustado subiu 47%, atingindo R$ 570 milhões, e a margem Ebitda chegou a 8,2%, o melhor resultado em dois anos. O diretor financeiro, Elcio Ito, afirmou que os resultados mostram a eficácia do Plano de Transformação iniciado em agosto de 2023. A empresa também viu um aumento de 18,4% na receita de serviços e soluções financeiras, mas as despesas financeiras aumentaram devido à alta da taxa Selic e ao maior endividamento, resultando em um prejuízo financeiro líquido de R$ 922 milhões, quase 90% maior que no primeiro trimestre de 2024. A relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado foi de -0,9 vez, melhorando em relação ao ano anterior.
O Grupo Casas Bahia (BHIA3) registrou um prejuízo líquido de R$ 408 milhões no último trimestre, uma queda de 56,3% em relação aos R$ 261 milhões negativos do mesmo período do ano anterior. Apesar disso, a receita líquida alcançou R$ 6,9 bilhões, um aumento de 10,1% impulsionado por um crescimento de 15,8% nas vendas das lojas físicas e 17,5% na receita do marketplace.
A empresa observou uma queda de 2,1% nas vendas online diretas, resultado de uma estratégia mais seletiva para preservar margens. O Ebitda ajustado atingiu R$ 570 milhões, com um crescimento de 47% em comparação ao primeiro trimestre de 2024. A margem Ebitda subiu de 6,1% para 8,2%, o maior nível em dois anos, com um ganho de 2,1 pontos porcentuais.
Estratégia e Desempenho
O diretor financeiro da Casas Bahia, Elcio Ito, destacou que, mesmo em um cenário econômico adverso, os resultados reforçam a coerência estratégica do Plano de Transformação iniciado em agosto de 2023. Ele afirmou: “Crescemos receita de forma rentável nas categorias core, com avanço em loja física e no crediário.” A empresa também melhorou suas margens, mesmo com um mix menos favorável.
As receitas de serviços e soluções financeiras cresceram 18,4%, contribuindo para a alavancagem operacional. No entanto, as despesas financeiras aumentaram devido à alta da taxa Selic e ao maior endividamento, resultando em um resultado financeiro líquido de R$ 922 milhões negativos, um aumento de quase 90% em relação ao primeiro trimestre de 2024. A alavancagem financeira, medida pela relação dívida líquida/Ebitda ajustado, ficou em -0,9 vez, comparada a -1,2 vez um ano antes.
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