Marcelo Martins, CEO da Cosan, afirmou que as tarifas comerciais dos EUA, criadas durante a presidência de Donald Trump, trouxeram alguns efeitos positivos para a empresa, especialmente para a Rumo, que é a parte logística do grupo e atua no agronegócio. Ele destacou que a Rumo é responsável por cerca de 30% das exportações de grãos do Brasil e tem atraído interesse de investidores da China e dos EUA. Martins também mencionou que o Brasil se torna uma alternativa importante para a China na exportação de soja, embora os EUA ainda sejam os maiores produtores. A Cosan planeja expandir sua operação de lubrificantes nos EUA em parceria com a Exxon Mobil, com investimentos de US$ 1 bilhão nos próximos cinco anos. Ele elogiou a decisão do governo brasileiro de não confrontar os EUA sobre as tarifas, sugerindo que é um momento para focar em oportunidades comerciais.
O CEO da Cosan, Marcelo Martins, afirmou que as tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos durante a administração de Donald Trump têm gerado efeitos marginalmente positivos para a empresa. A declaração foi feita durante o Summit Brazil USA, em Nova York, nesta quarta-feira, quatorze de maio de dois mil e vinte e cinco. Martins destacou que a Rumo, o braço logístico do grupo, tem sido a mais beneficiada, especialmente no setor agrícola.
A Rumo é responsável por cerca de trinta por cento das exportações de grãos do Brasil e tem atraído o interesse de investidores da China e dos Estados Unidos. Martins mencionou que o Brasil se posiciona como uma alternativa importante para a China, especialmente na exportação de soja. Ele ressaltou que, embora os Estados Unidos sejam os maiores produtores de commodities agrícolas, o Brasil ocupa a segunda posição e, em algum momento, um acordo entre os dois países é esperado.
Expansão nos EUA
A Cosan também planeja expandir sua operação de lubrificantes nos Estados Unidos, em parceria com a Exxon Mobil. A empresa prevê investir um bilhão de dólares nos próximos cinco anos. Martins expressou otimismo quanto ao potencial de crescimento, afirmando que o apetite da Cosan para crescer é palpável.
O executivo elogiou a postura do governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de evitar um confronto direto com os Estados Unidos sobre as tarifas. Segundo Martins, essa abordagem é correta e necessária para focar em oportunidades comerciais de médio e longo prazo.
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