A CoreWeave, que fornece infraestrutura para inteligência artificial, teve um crescimento de 420% na receita no último trimestre, mas também viu um aumento na perda líquida. A empresa anunciou um novo contrato com a OpenAI, que pode chegar a US$ 4 bilhões até 2029. Apesar do crescimento nas vendas, a rentabilidade da CoreWeave foi considerada mista, e a empresa enfrenta preocupações sobre sua dívida e a sustentabilidade da demanda. O CEO, Michael Intrator, afirmou que a empresa está atendendo a uma alta demanda de clientes e que os investimentos feitos são para garantir essa capacidade. A CoreWeave, que já conta com grandes clientes como Microsoft e Nvidia, espera continuar crescendo e projetou receitas entre US$ 4,9 bilhões e US$ 5,1 bilhões para este ano.
CoreWeave, provedora de infraestrutura de inteligência artificial, anunciou um crescimento de 420% na receita no último trimestre, alcançando R$ 981,6 milhões. A empresa, que teve uma IPO bem-sucedida em março, também reportou um aumento na perda líquida, que chegou a R$ 314,6 milhões.
O CEO da CoreWeave, Michael Intrator, destacou que a demanda por seus serviços de computação continua forte, mesmo diante da incerteza econômica. A empresa firmou um novo contrato com a OpenAI, que pode chegar a US$ 4 bilhões até 2029, ampliando sua parceria com a gigante da inteligência artificial. Esse acordo se soma a um contrato anterior de quase US$ 12 bilhões.
Apesar do crescimento expressivo, as ações da CoreWeave enfrentaram volatilidade no mercado. Após a divulgação dos resultados, os papéis subiram inicialmente, mas fecharam com uma queda de 2,51%. Analistas expressaram preocupações sobre os altos gastos de capital da empresa, que podem chegar a US$ 23 bilhões este ano, superando as expectativas do mercado.
CoreWeave, que aluga acesso a unidades de processamento gráfico da Nvidia, tem como principais clientes empresas como Microsoft e Meta. A relação com a Nvidia é considerada crucial, já que a empresa possui uma participação significativa na CoreWeave, que aumentou de R$ 900 milhões para quase R$ 1,6 bilhão em valor de mercado.
A empresa projeta um crescimento contínuo, com receitas estimadas entre R$ 4,9 bilhões e R$ 5,1 bilhões para o ano, representando um aumento de 363% em relação ao ano anterior. O backlog de receitas também cresceu, atingindo R$ 25,9 bilhões, um aumento de 63%.
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