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Nova bolsa do Rio de Janeiro foca em investimentos alternativos e liquidez no mercado

Base Exchange, nova bolsa do Rio, inicia operações em julho com foco em investimentos alternativos e programa de liquidez. Novos sócios serão anunciados.

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A nova Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, chamada Base Exchange, começará a operar em julho e não fará aberturas de capital de empresas inicialmente. O foco será em investimentos alternativos, como ETFs e derivativos. A empresa Americas Trading Group (ATG) está à frente da operação e espera um cenário econômico mais favorável para entrar no mercado de ações. A Base Exchange busca garantir liquidez através de um Programa de Liquidez, que permitirá que investidores adquiram ações da bolsa conforme metas de liquidez sejam alcançadas. A Mubadala, fundo de Abu Dhabi, é o principal investidor e terá sua participação diluída, mas manterá o controle. A nova bolsa pretende competir com a B3 e já conta com a participação de investidores que utilizam algoritmos e bancos internacionais, além de corretoras locais. A sede da bolsa será no Rio de Janeiro.

A nova Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, chamada Base Exchange, iniciará suas operações em julho de 2025. A iniciativa, apoiada pelo fundo Mubadala de Abu Dhabi, não terá abertura de capital de empresas em sua fase inicial. O foco será em investimentos alternativos, como fundos de índices (ETFs) e derivativos financeiros.

A Base Exchange busca garantir liquidez por meio de um Programa de Liquidez, que permitirá a entrada de novos sócios no segundo semestre. O presidente da Americas Trading Group (ATG), Cláudio Pracownik, responsável pela operação, afirmou que a bolsa avaliará a entrada no mercado tradicional de ações quando houver um cenário econômico favorável, com juros mais baixos e uma moeda valorizada.

Atualmente, a Mubadala Capital detém mais de 70% da Base Exchange, mas seu capital será diluído com a entrada de novos investidores. O acordo prevê que os investidores receberão warrants, que são direitos de adquirir ações da bolsa, conforme metas de liquidez e volume sejam atingidas. Pracownik destacou que o grupo de investidores inclui bancos e corretoras globais, além de casas locais reconhecidas no mercado brasileiro.

A Base Exchange pretende competir com a B3, a bolsa de valores já estabelecida no Brasil. Pracownik ressaltou que a existência de duas bolsas beneficiará o mercado, pois permitirá que as corretoras escolham a que oferece melhores preços. A sede da nova bolsa será localizada no Rio de Janeiro.

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