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Diageo planeja cortar custos em US$ 500 milhões para enfrentar tarifas dos EUA

Diageo planeja cortar custos em US$ 500 milhões em três anos, enfrentando tarifas comerciais que impactam suas operações.

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A Diageo, fabricante de bebidas como Johnnie Walker e Baileys, anunciou que vai cortar custos em US$ 500 milhões nos próximos três anos para lidar com o impacto das tarifas comerciais dos EUA, que devem custar US$ 150 milhões por ano. Apesar de um crescimento de 5,9% nas vendas líquidas no terceiro trimestre, a empresa espera um desempenho mais fraco no próximo trimestre. A Diageo acredita que pode reduzir metade do impacto das tarifas com ações já tomadas e que pode aumentar preços para compensar o restante. A empresa também não deu detalhes sobre onde fará os cortes, mas analistas acreditam que a estratégia pode ser bem recebida pelos investidores.

A fabricante de bebidas alcoólicas Diageo, conhecida por marcas como Johnnie Walker e Baileys, anunciou um corte de custos de US$ 500 milhões ao longo de três anos. A decisão visa mitigar os impactos das tarifas comerciais dos Estados Unidos, que devem resultar em um custo adicional de US$ 150 milhões anuais. A empresa espera que a implementação dessas medidas leve tempo, mas acredita que pode atenuar cerca de 50% desse impacto.

No terceiro trimestre, as vendas líquidas orgânicas da Diageo cresceram 5,9%, superando as expectativas do mercado. O aumento foi impulsionado pela antecipação de pedidos antes do anúncio das tarifas. Apesar disso, a empresa prevê um desempenho mais fraco no próximo trimestre, embora o segundo semestre deva apresentar uma melhora em relação ao primeiro.

A diretora-geral da Diageo, Debra Crew, afirmou que o programa estratégico visa aumentar a eficiência e a resiliência da empresa. A meta é gerar um fluxo de caixa disponível de US$ 3 bilhões por ano até 2026 e reduzir a dívida. A Diageo também espera que as importações de bebidas alcoólicas do México e do Canadá permaneçam isentas de tarifas.

Analistas destacam que a Diageo pode precisar aumentar os preços para compensar o restante do impacto das tarifas. A empresa não detalhou onde os cortes de custos ocorrerão, mas a expectativa é que a confiança dos investidores aumente com a implementação do plano.

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