A Invepar, que opera o aeroporto de Guarulhos e a Linha Amarela, está passando por uma grave crise financeira. A agência de classificação S&P rebaixou a nota de crédito da empresa para “D”, o que significa que ela está em calote. Isso aconteceu depois que a Invepar conseguiu uma medida cautelar que lhe dá 30 dias para pedir recuperação judicial e suspender os pagamentos de suas dívidas. A situação é crítica, já que a empresa tinha uma nota anterior de “CC”, que já era considerada de alto risco. A medida cautelar permite que a Invepar não pague suas obrigações financeiras, que incluem R$ 676,7 milhões em debêntures e R$ 850 milhões de dívida com a Via 040. Atualmente, a empresa tem cerca de R$ 100 milhões em caixa, valor que foi um pouco aumentado pela venda de parte de sua participação no VLT Carioca. Em 2021, a Invepar perdeu a concessão do Metrô Rio devido a problemas financeiros. Os principais acionistas da empresa incluem fundos de pensão de estatais e o fundo Yosemite, e a situação atual gera preocupações sobre a continuidade dos serviços que a Invepar oferece.
A Invepar, operadora do aeroporto de Guarulhos e da Linha Amarela, enfrenta uma grave crise financeira. A agência de classificação de risco S&P rebaixou a nota de crédito da empresa para “D”, sinalizando um calote, após a companhia obter uma medida cautelar que lhe concede 30 dias para solicitar recuperação judicial.
A decisão da S&P reflete a situação crítica da Invepar, que já havia sido classificada como “CC”, um nível de alto risco. A medida cautelar, obtida na última sexta-feira, suspende os pagamentos de dívidas, permitindo que a empresa não honre suas obrigações financeiras, incluindo emissões de debêntures que totalizam R$ 676,7 milhões e uma dívida de R$ 850 milhões relacionada à Via 040.
Atualmente, a Invepar possui apenas cerca de R$ 100 milhões em caixa, quantia que foi parcialmente reforçada pela recente venda de 4,72% de sua participação no VLT Carioca à CCR. Em 2021, a empresa já havia perdido a concessão do Metrô Rio para o fundo Mubadala, um de seus credores, devido a problemas financeiros.
Os principais acionistas da Invepar incluem fundos de pensão de estatais, como Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras) e Funcef (Caixa Econômica Federal), além do fundo Yosemite. A situação atual levanta preocupações sobre a viabilidade da empresa e seu impacto em serviços essenciais que opera.
Entre na conversa da comunidade