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Nissan considera fechar fábricas na Argentina e em mais três países

Nissan planeja fechar fábricas no Japão e em outros países, reduzindo sua produção global de 17 para 10 unidades. A montadora enfrenta desafios financeiros e busca cortar custos.

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A Nissan está pensando em fechar várias fábricas no Japão e em outros países, como Argentina, México, África do Sul e Índia, como parte de um plano para cortar custos. Entre as fábricas que podem ser fechadas estão as históricas de Oppama e Shonan, no Japão. A fábrica de Oppama, que começou a funcionar em 1961, tem capacidade para produzir 240 mil veículos por ano e emprega cerca de 3.900 pessoas. A unidade de Shonan, que fabrica vans, pode fechar e tem capacidade para 150 mil unidades, com aproximadamente 1.200 funcionários. A montadora já havia anunciado que reduziria sua força de trabalho em 15% e o número de fábricas de 17 para 10 no mundo todo. O fechamento das fábricas no Japão seria a primeira vez que isso acontece desde 2001. A Nissan disse que vai manter a transparência e que vai consolidar a produção de algumas picapes em um único local no México. Essa decisão reflete a necessidade da empresa de se adaptar a um mercado automotivo em mudança e a desafios financeiros.

A Nissan está avaliando o fechamento de várias fábricas, tanto no Japão quanto em outros países, como parte de um plano de corte de custos. Fontes da Reuters confirmaram que a montadora pode encerrar operações em locais como Argentina, México, África do Sul e Índia, além das históricas instalações de Oppama e Shonan no Japão.

A proposta de fechamento inclui a fábrica de Oppama, que iniciou suas atividades em 1961 e tem capacidade para produzir cerca de 240 mil veículos anualmente. A unidade emprega aproximadamente 3.900 trabalhadores. A fábrica de Shonan, que produz vans comerciais, também está na lista, com capacidade para 150 mil unidades e cerca de 1.200 funcionários.

Redução Global

A Nissan, a terceira maior montadora do Japão, já havia anunciado a redução de sua força de trabalho em cerca de 15% e a diminuição do número de fábricas de 17 para 10 em todo o mundo. O jornal Yomiuri foi o primeiro a noticiar sobre os possíveis fechamentos, incluindo duas unidades no México.

Em comunicado, a Nissan afirmou que está comprometida em manter a transparência com suas partes interessadas e que comunicará atualizações relevantes. A montadora também mencionou que consolidará a produção das picapes Nissan Frontier e Navara em um único centro no México.

O fechamento das fábricas no Japão representa a primeira ação desse tipo desde 2001, quando a fábrica de Murayama foi encerrada. A situação atual reflete a necessidade da Nissan de se adaptar a um mercado automotivo em constante mudança e a desafios financeiros.

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