O fundo imobiliário Santander Renda de Aluguéis, conhecido como SARE11, está vendendo seu portfólio de imóveis por mais de R$ 400 milhões para o BTG Pactual. Essa venda representa um valor bem abaixo do que o fundo considera seu valor patrimonial, que é de R$ 725 milhões. O Santander fechou um contrato para vender três ativos: uma parte do WT Morumbi, o edifício Work Bela Cintra e o Galpão Santo André. Os investidores terão duas opções de pagamento: receber R$ 476 milhões em cotas do fundo imobiliário BTG Pactual Logística ou R$ 408,7 milhões em dinheiro. O fundo comprou esses imóveis entre 2019 e 2021 por cerca de R$ 575 milhões. A venda foi motivada pela necessidade de reagir a um cenário de mercado que fez o fundo ser negociado com um desconto de 40% em relação ao seu valor patrimonial. No entanto, a proposta gerou descontentamento entre alguns cotistas, que consideraram o valor oferecido muito baixo.
O fundo imobiliário Santander Renda de Aluguéis (SARE11) anunciou a venda de seu portfólio ao BTG Pactual por mais de R$ 400 milhões, um valor que representa um desconto significativo em relação ao valor patrimonial estimado em R$ 725 milhões. A transação inclui três ativos principais: 75% do WT Morumbi, um complexo de lajes corporativas na Marginal Pinheiros; o edifício empresarial Work Bela Cintra; e 100% do Galpão Santo André, um condomínio logístico.
Os investidores do SARE11 terão duas opções de pagamento: R$ 476 milhões em cotas do fundo imobiliário BTG Pactual Logística (BTLG11), avaliadas a valor patrimonial, ou R$ 408,7 milhões pagos à vista. O fundo adquiriu esses ativos entre 2019 e 2021 por aproximadamente R$ 575 milhões.
A decisão de vender o portfólio surge em um contexto em que o fundo é negociado com um desconto de 40% em relação ao seu valor patrimonial. A reação inicial de alguns cotistas foi negativa, com comentários em plataformas de discussão sugerindo que a proposta é inadequada. Um investidor expressou descontentamento, afirmando que o gestor deveria ter “vergonha” de apresentar tal proposta.
A venda é vista como uma estratégia do Santander para ajustar sua posição no mercado imobiliário, diante de um cenário desafiador. O fundo conta com mais de 30 mil cotistas na Bolsa, que agora enfrentam a decisão sobre a aceitação das propostas apresentadas.
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