A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, está quase sem déficit, com um resultado negativo de R$ 0,9 bilhão em abril, mas teve um bom desempenho de R$ 2,2 bilhões na renda variável. A Bolsa subiu 14,5% no ano, ajudando a melhorar a situação. Em 2024, a Previ enfrentou um déficit de R$ 17,6 bilhões, após ter um superávit de R$ 14,5 bilhões até 2023. O déficit atual de R$ 3,16 bilhões é do Plano 1, que é o maior da instituição. Com mais de R$ 260 bilhões em patrimônio, a Previ é o maior fundo de pensão do Brasil, e sua recuperação depende da estabilidade econômica e das decisões do governo.
A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, está prestes a eliminar seu déficit acumulado, que encerrou 2024 em R$ 3,16 bilhões. Em abril, a fundação registrou um resultado negativo de R$ 0,9 bilhão, mas o desempenho positivo de R$ 2,2 bilhões na renda variável contribuiu para essa melhora.
O aumento da Bolsa, que subiu 14,5% no ano e alcançou patamares recordes, foi um fator crucial para o resultado. A expectativa é que o déficit continue a diminuir em maio, desde que a instabilidade das medidas fiscais do governo não impacte negativamente os ativos.
Em 2024, a Previ enfrentou um déficit de R$ 17,6 bilhões, após um superávit de R$ 14,5 bilhões até 2023. O déficit acumulado atual, de R$ 3,16 bilhões, refere-se ao Plano 1, que é do tipo benefício definido e concentra a maior parte dos ativos da instituição.
Com um patrimônio superior a R$ 260 bilhões, a Previ se destaca como o maior fundo de pensão do Brasil. O desempenho positivo no mercado financeiro é um indicativo de recuperação, mas a continuidade dessa tendência dependerá da estabilidade econômica e das decisões fiscais do governo.
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