Uma família do Sul de Minas Gerais transformou a receita de pamonha em um negócio de sucesso. Desde 2007, quando Tereza Moreira Miguel começou a fazer pamonhas para ajudar a família, a empresa cresceu e hoje fatura R$ 250 mil por mês. O genro de Tereza, Ildeu Vieira, teve a ideia de abrir uma pamonharia e, com um investimento de R$ 150 mil, profissionalizou a produção. Inicialmente, a família cultivava o milho, mas agora conta com produtores parceiros. Para aumentar a durabilidade das pamonhas, Ildeu introduziu a esterilização da palha e o uso de máquinas de embalagem a vácuo, permitindo que o produto chegue a várias cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro. A empresa também se preocupa com a sustentabilidade, usando energia solar e reaproveitando resíduos do milho. Recentemente, os netos de Tereza construíram uma quadra de beach tennis ao lado da fábrica, o que aumentou o movimento em 30%. Além das pamonhas, o cardápio agora inclui curau, bolo de milho e sucos, com uma produção diária de 1,5 mil pamonhas. A marca oferece 12 sabores diferentes, mantendo a receita original de Tereza.
Uma receita tradicional da culinária brasileira, a pamonha, se transformou em um negócio de sucesso no Sul de Minas Gerais. Desde 2007, quando Tereza Moreira Miguel começou a produzir pamonhas para sustentar a família, o empreendimento evoluiu significativamente. Atualmente, a pamonharia fatura R$ 250 mil por mês e atende a diversos estados.
A ideia de profissionalizar o negócio surgiu com o genro de Tereza, Ildeu Vieira. Após convencê-la a abrir uma pamonharia, a família investiu R$ 150 mil para modernizar a produção. Nos primeiros anos, cultivavam o milho utilizado, mas agora contam com produtores parceiros. A combinação de tradição e tecnologia foi essencial para o crescimento do negócio.
Ildeu implementou a esterilização da palha que envolve as pamonhas, aumentando a durabilidade do produto. Essa técnica, junto com o uso de máquinas de embalagem a vácuo e o congelamento de 85% da produção, possibilitou a distribuição para cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Além disso, a empresa adota práticas sustentáveis, utilizando energia solar e transformando resíduos do milho em ração animal.
Inovações e Expansão
Com o aumento da demanda, os netos de Tereza também se envolveram na gestão do negócio. Eles construíram uma quadra de beach tennis ao lado da fábrica, atraindo mais visitantes e aumentando o movimento em 30%. O cardápio foi ampliado, incluindo curau, bolo de milho e sucos, com uma produção diária de 1,5 mil pamonhas.
“Hoje temos 12 sabores de pamonha e continuamos inovando. A base é a mesma receita da minha mãe, mas o sonho foi crescendo”, afirma Nádia Miguel, esposa de Ildeu. Para Tereza, ver a fábrica em funcionamento é mais do que um sonho realizado; é a concretização de um legado familiar.
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