São Paulo se destacou em 2023 na ocupação de escritórios de alto padrão, com uma absorção líquida de 308,1 mil m², superando o Rio de Janeiro e outras cidades da América Latina. A taxa de vacância na capital paulista caiu para 20,8%, seguindo uma tendência de queda na região. O Rio de Janeiro, embora tenha visto sua maior absorção líquida desde 2019, ainda tem a maior taxa de vacância, que é de 28%. Outras cidades como Cidade do México e Monterrey também mostraram sinais positivos, com vacância estabilizada e aumento na atividade de locações. No total, a região conta com 30,29 milhões de m² disponíveis para empresas.
A ocupação de escritórios de alto padrão em São Paulo teve um desempenho notável em 2023, com uma absorção líquida de 308,1 mil m², conforme levantamento da consultoria imobiliária Newmark. Este índice coloca a capital paulista à frente de outras grandes cidades da América Latina, incluindo o Rio de Janeiro, que, apesar de sua recuperação, ainda apresenta a maior taxa de vacância da região, com 28%.
A taxa de vacância em São Paulo caiu para 20,8%, seguindo uma tendência de queda observada em várias cidades latino-americanas. A análise da Newmark indica que as áreas ocupadas na cidade em 2024 estão 400% acima do ano anterior, refletindo um mercado corporativo aquecido.
Comparativo Regional
Além de São Paulo, o Rio de Janeiro registrou sua maior absorção líquida desde 2019, mas ainda enfrenta desafios com a alta vacância. Outras cidades, como a Cidade do México, mostraram vacância estabilizada e superação nas projeções de locações. Monterrey, no México, destacou-se pela forte atividade das empresas de logística.
O levantamento abrangeu um total de 30,29 milhões de m² disponíveis para empresas na região, incluindo cidades como Buenos Aires, Santiago, Bogotá, San José, Guadalajara, Cidade do Panamá e Lima. A análise do mercado imobiliário de escritórios na América Latina continua a ser um importante termômetro para entender as dinâmicas econômicas na região.
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