A Petrobras está planejando emitir até R$ 3 bilhões em debêntures incentivadas, conforme anunciou em um comunicado. Essa emissão está em discussão e precisa de aprovações internas. A empresa não acessava o mercado local de dívida há anos, mas agora vê uma oportunidade devido aos baixos custos de captação no Brasil, mesmo com juros altos. Bancos já foram contratados para ajudar na operação, que deve ser precificada no próximo mês. O cenário atual é favorável, com alta demanda por investimentos em renda fixa, enquanto o custo de emissão no exterior está elevado. A mudança no estatuto da Petrobras permitiu que a diretoria decidisse sobre essa emissão, alinhando-se a novas regras da legislação.
A Petrobras está avaliando a emissão de até R$ 3 bilhões em debêntures incentivadas, conforme comunicado divulgado nesta segunda-feira. A operação, que conta com bancos mandatados, deve ser precificada no próximo mês e ainda depende de aprovações internas.
A estatal não acessava o mercado local de dívida há anos, mas o cenário atual é favorável, com custos de captação em níveis baixos, apesar dos juros elevados no Brasil. O ambiente de investimento tem atraído tanto fundos de crédito quanto investidores individuais em busca de oportunidades na renda fixa.
A recente decisão da Petrobras segue uma mudança em seu estatuto social, que permite à diretoria executar emissões de debêntures não conversíveis em ações, respeitando limites anuais estabelecidos pelo Conselho de Administração. Essa alteração está alinhada com as novas diretrizes da Lei das Sociedades por Ações.
Além disso, a Vale também anunciou uma emissão de R$ 6 bilhões em debêntures incentivadas na semana passada, evidenciando a tendência de grandes emissores brasileiros a buscar recursos no mercado doméstico. O aumento da demanda por crédito e a volatilidade nos mercados internacionais, especialmente nos Estados Unidos, têm influenciado essa movimentação.
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