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Brasil avança com o Drex, sua moeda digital, e promete revolucionar o mercado financeiro

Drex, a moeda digital do Brasil, avança com testes de contratos inteligentes e promete revolucionar o mercado financeiro em 2024.

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O Brasil está avançando na criação do Drex, sua moeda digital, com testes de contratos inteligentes já em andamento. O lançamento está previsto para 2024 e promete transformar o mercado financeiro. Atualmente, 134 países estão explorando moedas digitais de bancos centrais, com 44 projetos em fase piloto, incluindo iniciativas na União Europeia e na China. O Drex permitirá transações mais seguras e rápidas, eliminando intermediários e facilitando operações financeiras. Instituições financeiras estão testando o uso de contratos inteligentes, que podem automatizar processos como financiamentos de veículos, tornando-os mais eficientes. Especialistas acreditam que o Drex pode mudar a forma como os brasileiros gerenciam seu dinheiro e realizar transações, com potencial para substituir o sistema bancário atual. Além disso, a tecnologia pode facilitar transações internacionais e a cobrança de impostos de forma mais rápida e transparente.

O Brasil avança na implementação do Drex, sua moeda digital, com testes de contratos inteligentes em fase piloto. O lançamento está previsto para 2024, prometendo revolucionar o mercado financeiro nacional. O Banco Central do Brasil coordena o projeto, que já conta com 134 países explorando moedas digitais de bancos centrais (CBDCs), representando 98% da economia global.

Atualmente, quarenta e quatro desses projetos estão em fase piloto, incluindo iniciativas na União Europeia e na China, onde o yuan digital é a maior plataforma em termos de transações financeiras. No bloco do G-20, treze moedas estão em testes, com destaque para Japão, Índia, Austrália, Rússia, Turquia e Brasil.

Na Etapa 2 do Piloto Drex, instituições financeiras selecionadas testam possíveis negócios utilizando contratos inteligentes. O coordenador do Drex no Banco Central, Fábio Araujo, destacou que um dos desafios é criar uma infraestrutura que não impeça a inovação. Os testes começaram em 2023, e a expectativa é que a moeda entre em circulação ainda neste ano.

O Drex não se limita a ser uma moeda digital, mas também uma plataforma para contratos inteligentes, permitindo negociações programadas e seguras. O Banco BV, participante dos testes, desenvolve aplicações para financiamentos de veículos, visando desburocratizar operações e integrar cartórios e Detrans em um fluxo digital único.

Carlos Bonetti, diretor-executivo do Banco BV, afirmou que a programabilidade do pagamento garantirá segurança nas transações. A tokenização do financiamento permitirá o uso de bens como garantia para empréstimos, ampliando as possibilidades de crédito.

A unificação dos sistemas é considerada a maior inovação do Drex, que pode substituir o atual sistema de intermediação bancária no Brasil. Courtnay Guimarães, do Bradesco, ressaltou que a missão do Drex foi ampliada para organizar diferentes ativos tokenizados, aumentando a eficiência e reduzindo custos.

O Drex também pode transformar a cobrança de impostos, com a proposta de segregação do imposto no momento da compra. Essa inovação, prevista na Reforma Tributária, promete otimizar processos e reduzir custos, sem depender de intermediários.

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