Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, pode deixar seu cargo antes do final do mandato em 2027 para liderar o Fórum Econômico Mundial. Klaus Schwab, fundador do WEF, revelou que já estão sendo feitos preparativos, como a reserva de um apartamento na Suíça para Lagarde. Ele mencionou que essa mudança está sendo discutida há anos e que se encontrou com Lagarde para alinhar os detalhes. Se ela aceitar o novo cargo, sua remuneração pode aumentar de €466 mil para cerca de 1 milhão de francos suíços. O BCE afirmou que Lagarde está comprometida em concluir seu mandato, enquanto a inflação na zona do euro está em 2,2% e deve voltar à meta de 2% em 2025.
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, pode deixar seu cargo antes do término do mandato, previsto para outubro de 2027, para assumir a liderança do Fórum Econômico Mundial (WEF). A informação foi revelada por Klaus Schwab, fundador do WEF, em entrevista ao Financial Times.
Schwab, que se afastou da presidência do WEF após denúncias de má conduta, afirmou que os preparativos para a transição já estão em andamento, incluindo a reserva de um apartamento na Suíça para Lagarde. O ex-presidente do WEF mencionou que a mudança estava sendo discutida há anos e que ele se encontrou com Lagarde em Frankfurt para alinhar os detalhes.
Caso Lagarde deixe o BCE, uma disputa pela presidência da instituição, uma das mais influentes da política econômica europeia, será iniciada. Fontes indicam que Lagarde aceitaria o novo cargo, desde que conseguisse estabilizar a inflação na meta de 2% estabelecida pelo BCE. No entanto, ela também demonstrou incertezas sobre a viabilidade de uma saída antecipada.
O BCE declarou que Lagarde está totalmente comprometida com sua missão e determinada a concluir seu mandato. O WEF, por sua vez, não comentou sobre as conversas entre Schwab e Lagarde. Se Lagarde aceitar o cargo no WEF, seu salário poderá dobrar, passando de €466 mil no BCE para cerca de 1 milhão de francos suíços.
Desde que assumiu o BCE em 2019, Lagarde enfrentou desafios significativos, como a pandemia de Covid-19 e a inflação elevada. A inflação na zona do euro recuou para 2,2% no último mês, com projeções do BCE indicando que deve voltar à meta em 2025.
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