O Brasil está com um crescimento moderado do PIB, com projeções para 2025 em torno de 2%. Em contraste, a Guiana, que tem se destacado por sua indústria de petróleo, deve crescer 10,3% em 2025, segundo o FMI, e pode ter um aumento médio de 14% ao ano nos próximos cinco anos. A produção de petróleo na Guiana deve chegar a 1,5 milhão de barris por dia até 2030. O crescimento da Guiana é impulsionado pela produção de petróleo e gás, além de investimentos em infraestrutura. Desde 2020, a economia guianense tem crescido a taxas altas, com um aumento de 43,5% em 2020 e 63,3% em 2022. O PIB per capita da Guiana já ultrapassou o do Brasil, atingindo cerca de US$ 30 mil, enquanto o do Brasil foi de US$ 10 mil. A Guiana, que tem uma população pequena e é o único país da América do Sul que fala inglês, passou a ser um importante player no mercado de petróleo após a descoberta de grandes reservas em 2015.
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil apresentou crescimento moderado, com projeções para 2025 em torno de 2%. Em contraste, a Guiana se destaca com um crescimento projetado de 10,3% para o mesmo ano, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). O crescimento da Guiana é impulsionado pela indústria de petróleo e gás, que tem atraído investimentos significativos.
O FMI prevê que a economia guianense crescerá em média 14% ao ano nos próximos cinco anos, com a produção de petróleo podendo alcançar 1,5 milhão de barris de petróleo equivalente por dia até 2030. O crescimento do PIB da Guiana foi notável, com um aumento de 43,6% em 2024 e uma expectativa de 22,9% para 2026.
A rápida expansão da produção de petróleo, que já atingiu 670 mil barris por dia em abril de 2025, está transformando a economia local. O FMI destacou que os efeitos positivos do setor petrolífero estão se espalhando pela economia, elevando o crescimento do PIB não petrolífero para uma média de 6,75% no médio prazo.
A Guiana, com menos de 800 mil habitantes, tem um PIB per capita que já ultrapassou o do Brasil, alcançando US$ 30.962 em 2024, comparável a países como Arábia Saudita e República Tcheca. A descoberta de grandes reservas de petróleo em 2015 pela ExxonMobil foi um marco que colocou a Guiana no mapa global da indústria petrolífera, atraindo bilhões em investimentos e reavivando disputas territoriais com a Venezuela.
O FMI também avaliou a dinâmica de inflação e contas públicas da Guiana como favoráveis, apontando para “riscos equilibrados”. Novas descobertas de petróleo podem impulsionar ainda mais o crescimento, enquanto um superaquecimento econômico pode pressionar a inflação.
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