As operadoras de planos de saúde no Brasil tiveram um lucro líquido de R$ 6,9 bilhões no primeiro trimestre de 2025, mais que o dobro do que foi registrado no mesmo período de 2024, que foi de R$ 3,1 bilhões. Esse é o maior lucro para esse intervalo desde 2018. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informou que o resultado mostra uma recuperação nas operações do setor, com um saldo positivo de R$ 4,4 bilhões, o maior já registrado. O percentual de empresas com prejuízo caiu de 27,7% no final de 2024 para 21,2% agora. O diretor da ANS, Jorge Aquino, destacou que o aumento dos lucros e a redução dos prejuízos mostram um equilíbrio nas receitas e despesas das operadoras. Além disso, se somadas as administradoras de benefícios, o lucro total foi de R$ 7,1 bilhões, um aumento de 114% em relação ao ano anterior.
As operadoras de planos de saúde médico-hospitalares no Brasil registraram um lucro líquido de R$ 6,9 bilhões no primeiro trimestre de 2025. Esse valor é mais que o dobro do apurado no mesmo período de 2024, que foi de R$ 3,1 bilhões, conforme dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) nesta terça-feira, três de junho.
Esse resultado representa o maior lucro da série histórica iniciada em 2018, superando a máxima anterior de R$ 3,9 bilhões registrada no primeiro trimestre de 2019. A ANS destacou que o desempenho do setor consolida a recuperação do resultado operacional, que alcançou R$ 4,4 bilhões, o maior patamar desde o início da série.
O diretor de normas e habilitação das operadoras da ANS, Jorge Aquino, afirmou que o crescimento do lucro reflete uma recomposição de receitas e um equilíbrio nas despesas assistenciais. Ele ressaltou que o percentual de empresas operando no vermelho caiu de 27,7% no quarto trimestre de 2024 para 21,2% agora.
Além disso, considerando as operadoras de planos de saúde e as empresas administradoras de benefícios, o lucro líquido totalizou R$ 7,1 bilhões, um aumento de 114% em relação ao mesmo período do ano anterior. As administradoras de benefícios atuam como intermediárias entre as operadoras e os contratantes dos serviços, mas não operam planos de saúde.
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